segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

sábado, 22 de setembro de 2018

Pe. Geovane Saraiva na Revista digital mais completa do Brasil

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quarta-feira, 19 de setembro de 2018

A surpreendente e sofisticada dieta dos monges medievais

  Zelda Caldwell | Set 19, 2018
MONKS EATING,TABLE
MONKS EATING,TABLE
Painting by Giovanni Sodoma

Nem só de pão eles viviam
O historiador David Snowden, em seu livro Flans and Wine, publicou receitas usadas por monges beneditinos na Inglaterra do século XIV, revelando que eles sobreviveram muito mais do que apenas de pão.

As receitas usadas pelos monges beneditinos da Evesham Abbey, fundada em 701, indicam que os monges tinham, na verdade, paladares bastante sofisticados.

Muitos pratos eram condimentados com ervas e especiarias difíceis de se conseguir na época.

Tais especiarias “eram muito caras. E uma maneira de mostrar a prosperidade da abadia era produzir alimentos e condimentos raros”, disse Snowden à BBC.

“Por exemplo, muitas dessas receitas levavam açafrão, porque ele valia mais do que ouro”, disse ele. Assim, apenas poucos mosteiros podiam comprar ou produzir o condimento. 

As receitas ainda incluíam mexilhões cozidos com alho-poró e molho de Saracen (um molho picante vermelho), carne de caranguejo frito em azeite com ovos mexidos e pratos contendo ostras, língua de boi, vitela e javali.

Durante a Quaresma, quando o consumo de carne era proibido, Snowden afirma que os monges podem ter comido “Cawdel of Muskels”, ou seja: mexilhões cozidos em vinho branco, temperados com cebolas e alho-poró, gengibre e uma pitada de açafrão.

No livro, o historiador adaptou as receitas, que foram escritas no inglês arcaico, para o uso de hoje, usando medições e ingredientes modernos disponíveis no mercado atual, especialmente as mercearias gourmet.

Snowden acredita que a dieta dos monges pode ter influenciado na longevidade deles, já que era uma dieta em que faltava frutas e outros alimentos mais saudáveis. “Eles não eram muito saudáveis e a idade média de morte era de 35 anos – a maioria deles morreu de doenças brônquicas, provavelmente causadas por dieta deficiente – mas a expectativa de vida não era muito longa”, disse ele à BBC.

Abusos Sexuais: Bono falou com o Papa sobre casos na Irlanda e disse que os abusadores eram «mais protegidos» do que os abusados (C/vídeo)



Cidade do Vaticano, 19 set 2018 (Ecclesia) – O vocalista dos U2 foi hoje recebido pelo Papa para apoiar a Fundação Pontifícia ‘Scholas Occurrentes’ e disse a Francisco, a respeito dos abusos sexuais por membros do clero, que os abusadores foram “mais protegidos” do que os abusados.
“Falamos da Irlanda e do que aconteceu na Igreja. Quando se falava da proteção das vítimas, eu confessei-lhe que tive a sensação de que os abusadores eram mais protegidos do que os abusados”, afirmou Bono aos jornalistas, na Sala de Imprensa da Santa Sé.
“Vi a dor no seu rosto, creio que é sincera”, acrescentou o cantor, citado pela Agência SIR, da Conferência Episcopal Italiana.
Bono Vox afirmou também que “o Papa é um homem extraordinário para estes tempos extraordinários”.
O vocalista da banda irlandesa manifestou o seu apoio ao projeto ‘Scholas Occurrentes’, um projeto de educação desenvolvido pela Fundação Pontifícia que utiliza a educação para promover mudanças sociais e nasceu em Buenos Aires, há cerca de 20 anos, por vontade do então arcebispo dessa cidade argentina, D. Jorge Mario Bergoglio, hoje Papa Francisco.
Bono valorizou os projetos inovadores da ‘Scholas Occurrentes’, referindo a sua capacidade para provocar uma “revolução educacional”, ajudando os jovens a descobrir o sentido para a vida.
DE acordo com o portal de informações do Vaticano, o encontro com o Papa Francisco, durante cerca de meia hora, foi uma oportunidade para trocarem impressões sobre o cuidado da casa comum, proposto na encíclica papal ‘Laudato Si’.
PR

Ibope em SP: Skaf, 24%; Doria, 23%; França, 9%; Marinho, 8% .

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Pesquisa Ibope em São Paulo: Skaf, 24%; Doria, 23%; França 9%; Marinho, 8%
Costa e Silva e Lisete tiveram 2%; Candido, Claudio Fernando, Tavares, Chequer e Ferreira tiveram 1% cada um. Levantamento foi feito de 16 a 18 de setembro.
Por G1, São Paulo

19/09/2018 18h55  Atualizado há 7 minutos


Pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira (19) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto para o governo de São Paulo:

Paulo Skaf (MDB): 24%
João Doria (PSDB): 23%
Marcio França (PSB): 9%
Luiz Marinho (PT): 8%
Major Costa e Silva (DC): 2%
Professora Lisete (PSOL): 2%
Marcelo Candido (PDT): 1%
Prof. Claudio Fernando (PMN): 1%
Rodrigo Tavares (PRTB): 1%
Toninho Ferreira (PSTU): 1%
Rogerio Chequer (Novo): 1%
Brancos/nulos: 17%
Não sabe/Não respondeu: 11%

HADDAD DISPARA NO IBOPE; LULA CONFIRMA: EM 500 ANOS, FOI O MELHOR MINISTRO DA HISTÓRIA



Moro Reforça Falta De Provas Na Sentença De Lula E Confirma Novamente “Farsa” Para Mantê-Lo Preso

Por Portal Click Política  Em 19 set, 2018

O juiz Sérgio Moro, em despacho emitido nessa quarta-feira (19), reafirmou que não há provas que relacionem os contratos da Petrobrás listados pelo Ministério Público da Lava Jato, ou recursos da empresa estatal, com supostas vantagens que Lula teria recebido em um apartamento do Guarujá que não é do ex-presidente.

A manifestação é importante porque reforça que a condenação de Moro não tem provas, e está baseada apenas e exclusivamente no depoimento do co-réu Léo Pinheiro, que teve redução de pena por acusar Lula.

Diz Moro no despacho de 19 de setembro: “Não há prova de que os recursos obtidos pela OAS com o contrato com a Petrobrás foram especificamente utilizados para pagamento ao Presidente. Mas isso não altera o fato provado naqueles autos de que a vantagem indevida foi resultado de acerto de corrupção em contratos da Petrobrás”.

A única pessoa que falou isso em todo o processo foi o empreiteiro Léo Pinheiro, depois de estar preso há mais de um ano pelo próprio Sérgio Moro, e que falou isso em busca de um acordo para reduzir sua pena.

Os contratos da Petrobrás listados pelo ministério Público na acusação contra Lula foram firmados entre 2006 e 2008. Não há nenhum indício nos autos de qualquer relação de Lula com esses contratos, tanto que Lula foi condenado por “atos de ofício indeterminados”, ou seja, desconhecidos.

A suposta “vantagem indevida” que teria sido recebida seria um apartamento no Guarujá que não é nem nunca foi de Lula. Era da própria OAS, onde aconteceram reformas em 2014, pelo menos seis anos após os contratos listados pelo Ministério Público na acusação e três anos depois de Lula não ocupar mais nenhum cargo público.

Lula esteve no tal apartamento uma vez porque sua família cogitou comprar o imóvel. E não quis comprá-lo.

É com essa farsa que Moro mantém Lula preso e impedido de disputar as eleições.

Portal Click Política

UM BILHÃO DE FAMINTOS NO MUNDO


imagens-do-dia-crianca-refugiada-siria-20170501-001Fazendo as contas é possível perceber que uma em cada nove pessoas no planeta está nesse momento passando fome.
Por Elaine Tavares*
Na última terça-feira, dia 11, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) divulgou os números da fome no mundo. Quase um bilhão de famintos (821 milhões). E isso considerando os países que dispõem de dados, o que significa que o número pode ser maior. Só no continente africano estão 256 milhões de pessoas passando fome. Na América Latina, aonde os números haviam diminuído, a fome voltou a crescer, afetando 32 milhões de pessoas.
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Fazendo as contas é possível perceber que uma em cada nove pessoas no planeta está nesse momento passando fome. E não é aquela fome que dá quando ficamos um período sem comer. É a fome estrutural, a que mata horrivelmente, e mata mais do que qualquer outra enfermidade no mundo.

A FAO reconhece que as guerras, os conflitos armados (60% dos famintos estão em zona de guerra) são causas importantes para o drama da fome, assim como também as mudanças climáticas que acabam afetando bem mais os empobrecidos. Mas, também aponta que essas emergências bélicas e climáticas, apesar de influírem no mapa da fome, não são as causas principais.

A fome da maioria dessas pessoas é estrutural, ou seja, são gerações e gerações vivendo sem alimentação adequada ou se alimentando muito pouco. Porque faz parte da organização do modo de produção capitalista que para que poucos tenham muito, a maioria seja despojada de tudo.

Parece irracional que quase um bilhão de pessoas estejam vivenciando o horror da fome, num mundo que produz tanta comida, cujas cifras poderiam alimentar quase 13 bilhões de seres humanos tranquilamente (o dobro do número de pessoas que existe). Num mundo onde o desperdício de comida é imenso. Mas, o que acontece é que como bem apontava Marx, a lógica do capital é manter os trabalhadores num estado limite entre a possibilidade de produzir valor e a morte. Nem ganhando tanto que possam achar que não precisam trabalhar, nem tão pouco que não sobrevivam. É da natureza do capital manter os trabalhadores nesse estado de letargia, típico da fome.

Uma olhada sobre o nosso território brasileiro e vamos ver que a produção maior de grãos não é para comer. Serão 232 milhões de toneladas esse ano, a segunda maior produção de toda a história. Mas, é uma produção que serve para exportação e vai alimentar vacas e porcos em outros países.

O jornalista argentino Martín Caparros, autor do livro "A Fome", escrevendo sobre os números da fome lembra que no seu país, Argentina, a produção atual de alimentos poderia sustentar 300 milhões de pessoas, mas mesmo lá existem dois milhões de famintos, com tendência a aumentar esse número. Ele mostra uma conta muito simples: para produzir um quilo de carne são necessários dez quilos de cereal. Então, o produtor de grãos tem duas opções. Ou vende um quilo de cereal para dez famílias, ou vendo os dez quilos, a um preço bem melhor, para um fazendeiro criador de gado. No geral, a escolha é pelo gado e não pelas gentes.

Ele lembra também do caso de Níger, um país africano considerado um dos mais pobres do mundo e com séculos de fome estrutural. Lá, os campos são secos e tudo é pobre, o que pode parecer que não há saída. Mas, esse mesmo país é o segundo produtor mundial de urânio, mineral estratégico e caro. Imaginem o que não seria possível fazer com os recursos do urânio? Mas, se a riqueza entra no país, ela não chega às pessoas em geral. Fica em algum bolso.

Assim que a fome não tem nada a ver com falta de comida, mas sim como o sistema capitalista se organiza. No Brasil, por exemplo, ainda são contabilizadas 7 milhões de pessoas no mapa da fome (IBGE), o mesmo país que desperdiça 14 mil toneladas de alimentos por ano, estando entre os dez mais em desperdício no mundo.

Mas, esses terríveis números, divulgados todos os anos pela FAO, caem no vazio. Porque a notícia é dada nos telejornais como uma nota ritualística. Um bilhão de pessoas passam fome no mundo. E ponto. Não dizem por quê. E quem ouve, se impressiona naquele momento, mas logo já esquece, envolvida com outra notícia bombástica, como a separação de uma celebridade, ou outra coisa qualquer.

Esse um bilhão de pessoas famintas não tem rosto, não tem nome, não tem CPF nem endereço, não provoca qualquer empatia. Quando muito uma lágrima rápida diante de uma foto impactante de um menino morrendo, e sendo velado por um urubu. Mas, poucos são aqueles que procuram saber os por quês. O que afinal se passa no mundo, se há tanta comida sendo produzida? Que sistema é esse no qual para que poucos vivam à larga, milhões tenham de morrer?

A fome no mundo é a falência de nossa espécie. Uma pessoa em cada nove está morrendo agora, essa morte lenta, dolorosa, marcada pelo horror. E para essa gente não basta que doemos o nosso quilo de arroz, em musculação de consciência. Ajudá-las é mudar o sistema. Mudar o modo de organização da vida. Destruir o capitalismo.

Sem isso, seremos sempre cúmplices dessa dor.

*Elaine Tavares é jornalista.

Haddad critica proposta de recriar CPMF e de unificar alíquota do Imposto de Renda

Haddad discursou para militantes em São Mateus, na Zona Leste de São Paulo. O candidato também fez campanha em Guarulhos, na Região Metropolitana de SP.
Por Marina Pinhoni, G1, São Paulo
Foto: (Reprodução/TV Globo)
Fernando Haddad faz campanha em Guarulhos
O candidato do PT à Presidência da República, Fernando Haddad, criticou nesta quarta-feira (19) a proposta de recriar CPMF e de unificar a alíquota do Imposto de Renda (IR). Ele afirmou que, se eleito, vai isentar de IR quem recebe até cinco salários mínimos mensais.

Haddad cumpriu agenda de campanha em Guarulhos, na Região Metropolitana de São Paulo, e em São Mateus, na Zona Leste da cidade. Haddad discursou e caminhou com apoiadores ao lado da candidata a vice, Manuela D'Ávila (PCdoB).

"Não vamos recriar a CPMF e vamos isentar de imposto de renda quem ganha até 5 salários mínimos", disse Haddad.

O candidato afirmou, ainda, que a ideia de criar uma alíquota única do IR "é um pequeno desastre" porque vai fazer "o pobre, que já paga mais imposto que o rico, pagar ainda mais". "Quando você coloca a mesma alíquota você está penalizando ainda mais os pobres", concluiu.

Nesta terça-feira (17), de acordo com o jornal "Folha de S.Paulo", Paulo Guedes, orientador econômico da campanha de Jair Bolsonaro (PSL), disse que estuda a criação de uma alíquota única do IR de 20% para pessoas físicas e jurídicas. Guedes disse, ainda, que pretende recriar um imposto nos moldes da CPMF, que incide sobre movimentação financeira.

Fernando Haddad discursa para apoiadores em Guarulhos, Região Metropolitana de São Paulo — Foto: Marina Pinhoni/G1 Fernando Haddad discursa para apoiadores em Guarulhos, Região Metropolitana de São Paulo — Foto: Marina Pinhoni/G1
Fernando Haddad discursa para apoiadores em Guarulhos, Região Metropolitana de São Paulo — Foto: Marina Pinhoni/G1


Durante a campanha em SP, Haddad também destacou programas federais do PT e também de gestões anteriores na Prefeitura de São Paulo nas áreas de moradia, educação e transporte.

Saúde
O candidato do PT disse que pretende ampliar o Progama Mais Médicos com a contratação de mais profissionais.

"Na área da saúde nós vamos ampliar o Programa Mais Médicos contratando mais médicos de especialidades. Para cada 500 mil habitantes criar um equipamento onde a pessoa no mesmo lugar possa fazer exame, consulta e cirurgia de baixa complexidade. Essa modalidade é inspirada nas nossas experiências exitosas do Ceará e da Bahia, que nós pretendemos nacionalizar", afirmou.

Doria
Ele também voltou a criticar o seu sucessor João Doria. "O Doria tomou o leite de vocês. Ele queria dar uma ração para vocês. Quem trouxe benefícios sociais para a Zona Leste foram os governos do PT. Os CEUs, Bilhete Único, a faixa de ônibus. São marcas da nossa gestão porque a gente olha para a periferia", afirmou.

Mais cedo, nesta quarta, em entrevista à Rádio Sociedade, de Salvador (BA), Haddad afirmou que o ex-prefeito de São Paulo João Doria (PSDB) abandonou a cidade para concorrer ao governo do estado.

Fernando Haddad discursa para apoiadores em Guarulhos, Região Metropolitana de São Paulo — Foto: Marina Pinhoni/G1
O candidato do PT à Presidência da República, Fernando Haddad, em Cidade São Mateus, durante ato de campanha nesta quarta-feira (19) — Foto: Marina Pinhoni/G1

Intolerância: arma dos preconceituosos

Carlos Delano Rebouças*

Essa disputa ideológica entre esquerda e direita, insana por sinal, é reflexo de uma cultura que nasce, semeada por derrotados políticos que não digeriram a tomada do poder pelo Lula.

Somos um país preconceituoso e intolerante, mais ainda em tempos modernos, de informações imediatas e liberdade de expressão em redes sociais.

Incomodou a muitos, sobretudo a parte de uma classe média esnobe que vê o pobre miserável abandonar essa condição, ver seus filhos numa universidade ao lado dos seus, de vê-los chegar ao trabalho com um veículo próprio, de ter sua casa, de dizer que suas contas estavam em dia, de dizer que tudo isso foi por causa de um nordestino tido como analfabeto, que revolucionou um país, elevando-o ao nível de países de economia equilibrada, respeitado pelo mundo.

Sei que vão dizer que tudo o que estou dizendo é mentira, que nada aconteceu e que ele (Lula) fez apenas roubar. Não ligo, pois sou consciente e inteligente a ponto de identificar e reconhecer o que é bom ou ruim para a sociedade, de identificar conspirações e enxergar caráter nas pessoas. 
A queixa contra a esquerda antecede a criação do PT, a diferença é que os "poderosos" não acreditavam no crescimento do partido. Quando perceberam, começaram a sua saga de disseminar o ódio na mente da sociedade, criando um sentimento ruim até mesmo em trabalhadores contra seus representantes. Hoje, com a reforma trabalhista, por exemplo, sindicatos perdem força e não lutam como lutavam pelos direitos de seus representados. Antes, dizia-se que sindicato só servia para cabine de emprego, de preguiçosos. Agora, vamos nos contentar com o que a classe dominante determina de aumento salarial, calados.

Empregos agora são de jornadas de 4 horas. Muitas empresas assim contratam. Falsa ilusão! trabalha-se menos e ganha a metade. Se antes, com o dobro do salário não dava para viver, será que com a metade vai dar? Ah! Teremos mais tempo livre para outras coisa! dormir? subemprego? informalidade?

Tal condição apenas serve para um governo mentiroso dizer que aumentou o número de empregos, dados que convencem  ninguém.

Pelo andar da carruagem, o Brasil vai acabar se tornando um país de miseráveis, empregados, escravizados por governos que não pensam no bem da sociedade. Vamos mudar! Vamos de Haddad!

*Professor de Língua Portuguesa e redação, conteudista, palestrante e facilitador de cursos e treinamentos, especialista em educação inclusiva e revisor de textos.

HADDAD VAI PASSAR BOLSONARO NO PRÓXIMO IBOPE

 CONFIRA! Por Portal Click Política  Em 19 set, 2018
 POR ALEX SOLNIK

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Não sou vidente, mas os números não mentem jamais. Vamos a eles. De acordo com o Ibope, o primeiro colocado na pesquisa presidencial de 20 de agosto era “brancos e nulos”, com 29%; o segundo, Bolsonaro, com 20%; em terceiro, “não sabe”, com 12%; em quarto, Ciro, com 9%; Alckmin em quinto, com 7%; Marina em sexto, com 7% e Haddad em sétimo, com 4%.

A 18 de setembro, o primeiro é Bolsonaro (28%); o segundo, Haddad (19%); o terceiro “brancos e nulos” (14%); Ciro em quarto (11%); Alckmin e “não sabe” empatados em quinto (7%) e Marina em sétimo (6%).

“Brancos e nulos” caiu 15 pontos; Bolsonaro subiu 8; “não sabe” caiu 5; Ciro subiu 2; Alckmin não caiu nem subiu; Marina caiu 1 e Haddad subiu 15.

A imagem pode conter: 2 pessoas, pessoas sorrindo, meme e textoOu seja: quem mais caiu foram “brancos e nulos” (15) e “não sabe” (5) e quem mais subiu foi Haddad (15). O que mostra de forma evidente que ele ganhou intenções de voto de quem pretendia votar em branco, nulo ou não sabia em quem votar. Não tirou nada de Ciro (que cresceu) e apenas 1 ponto de Marina.

Bolsonaro foi o segundo que mais cresceu (8), mas não tirou votos de Alckmin (que não subiu nem desceu).
Haddad cresceu o dobro de Bolsonaro, mais acentuadamente depois de 11 de setembro, quando se tornou candidato oficial. E ainda pode crescer mais tirando de “brancos e nulos” (14), “não sabe” (7), de Ciro (11) e Marina (6), na medida em que o eleitor perceber que só ele pode derrotar Bolsonaro. As curvas de ambos indicam que se aproxima o dia em que elas vão se cruzar e Haddad deverá estar, no próximo Ibope, à frente de Bolsonaro. Há de se levar em conta que nos próximos dias as mulheres vão fazer uma grande ofensiva contra o candidato que as humilha e enxovalha.

As simulações de segundo turno mostram Haddad e Bolsonaro empatados. É o resultado da percepção do eleitor baseada no momento atual, em que Haddad sobe, mas ainda está atrás de Bolsonaro. Quando ele virar, também deverá aparecer à frente nas pesquisas de segundo turno.

O Ibope de ontem confirma a irresistível ascensão de Haddad.

Portal Click Política

Haddad Ultrapassa Bolsonaro Na Paraíba

VIRADA METEÓRICA! Haddad Ultrapassa Bolsonaro Na Paraíba, Diz Pesquisa Método / Correio
Por Portal Click Política  Em 19 set, 2018

Pesquisa encomendada pelo Jornal Correio da Paraíba aponta virada meteórica do candidato a Presidente da República, Fernando Haddad (PT).

Após o apoio de Lula, Haddad subiu em todos os estados da federação brasileira:

Confira abaixo os números no estado da Paraíba:

Fernando Haddad: 19,5%

Jair Bolsonaro: 16,8%

Ciro Gomes: 13,1%

Marina Silva: 6,9%

Geraldo Alckimin: 5,7%

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19 set, 2018
João Amoedo: 1,3%

Henrique Meireles: 0,7%

Cabo Daciolo: 0,4%

Álvaro Dias: 0,3%

José Maria Eymael: 0,2%

Vera Lúcia: 0,2%

João Goulart: 0,1%

Branco/Nulo: 16,6%

Não sabe/não respondeu: 18,3%

Portal Click Política

BOLSONARISMO EM CRISE: MOURÃO CONTESTA PAULO GUEDES E VOLTA DA CPMF

Por Portal Click Política  Em 19 set, 2018

BRASÍLIA (Reuters) – O candidato a vice-presidente na chapa de Jair Bolsonaro (PSL), o general da reserva do Exército Hamilton Mourão (PRTB), afirmou nesta quarta-feira à Reuters ser contra a proposta de recriar um imposto sobre movimentação financeira nos moldes da CPMF e destacou que caberá ao presidenciável decidir sobre a adoção do novo tributo.

Essa sugestão foi proposta pelo principal assessor econômico de Bolsonaro, Paulo Guedes, de acordo com reportagem do jornal Folha de S. Paulo desta quarta-feira.

“Eu sou a favor da redução de impostos como forma de dar uma alavancada. Agora, o Paulo Guedes está fazendo os estudos dele e a última instância é o Bolsonaro, o Bolsonaro que vai decidir”, disse Mourão, para quem é preciso avaliar se o país vai “arcar com um ônus maior” a título de carga tributária ou buscar outra saída que preveja queda de impostos para a população.

“Exatamente (sou contra), a não ser aquela história: quando se divulga uma proposta você apresenta os prós e contras dela e isso tem um peso que leva o decisor, no caso o Bolsonaro, optar pela linha de ação ou não”, explicou.

Em mensagem publicada no Twitter mais cedo nesta manhã, Bolsonaro afirmou que sua equipe econômica trabalha para reduzir a carga tributária. O candidato não citou as declarações de Paulo Guedes.

“Nossa equipe econômica trabalha para redução de carga tributária, desburocratização e desregulamentações. Chega de impostos é o nosso lema! Somos e faremos diferente. Esse é o Brasil que queremos!”, disse Bolsonaro na publicação.

Bolsonaro, que está hospitalizado desde o dia 6 de setembro após levar uma facada durante ato de campanha em Juiz de Fora (MG), lidera as pesquisas de intenção de voto para a eleição de outubro. O candidato tem utilizado as redes sociais para fazer campanha enquanto internado.

O candidato a vice disse que deve almoçar neste fim de semana com Guedes para discutir propostas de governo.

Em entrevista à Reuters no fim de maio, Guedes já havia se manifestado a favor da criação de um tributo único, com custo de fiscalização menor ao que seria associado à adoção de um Imposto sobre Valor Agregado (IVA). Na ocasião, ao ser questionado se o mecanismo funcionaria como uma CPMF, Guedes disse que essa seria “uma pista”.


Mourão afirmou ter sido convidado para uma reunião, ocorrida na terça-feira em São Paulo, com integrantes da cúpula do PSL, mas não compareceu porque tinha agenda de campanha a cumprir no interior do Estado. Disse ter sido representado no encontro pelo também general da reserva do Exército Augusto Heleno, que tem participado da formulação de propostas para a campanha.

O candidato a vice afirmou que a deliberação do encontro, que lhe foi repassada, é de que ele não vai participar de debates da campanha representando Bolsonaro.

“Meu papel é manter aqui o trabalho que estou fazendo, com calma, discrição e não vou participar de debate”, disse.

Aliados de Bolsonaro têm demonstrado desconforto com declarações polêmicas feitas por Mourão, como a de que seria possível fazer uma revisão constitucional por um grupo de notáveis e que não seja eleito pelo população e a de que, em áreas carentes, a criação por mãe e avó pode levar a uma fábrica de desajustados que tendem a ingressar em quadrilhas ligadas ao tráfico de drogas.

Questionado se foi repassado a ele alguma determinação do encontro para não se pronunciar, o candidato a vice afirmou que “não chegou nada”, por isso não pode falar sobre o assunto.

“O que ocorre é uma coisa muito simples. Tem alguns eventos que já tinham sido marcados bem antes de eu ser candidato, são eventos fechados só que a imprensa agora tem comparecido. São as mesmas ideias que eu já venho expondo há mais de dois anos, só que agora elas ganharam uma outra dimensão. Apenas isso”, disse.

“Minhas ideias já estão muito bem expostas, muito bem difundidas, as pessoas já tomaram conhecimento delas e depois que as palavras saem da boca não podem voltar, né?”, completou ele, ao ser perguntado se avalia se policiar nas declarações.

O candidato a vice afirmou que as propostas da campanha de Bolsonaro estão bem difundidas e têm por objetivo colocar o país em um caminho correto. Disse ainda que na reta final do primeiro turno de campanha a intenção não é ficar batendo boca com outros candidatos.

“Não vamos baixar o nível do confronto, o confronto tem que ser em torno de ideias, de propostas e o eleitor define aquela que julgar mais adequada”, disse.

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