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quarta-feira, 12 de julho de 2017

EUA têm necessidade 'crítica' de quatro quebra-gelos

domtotal.com
O custo de cada um dos novos navios é calculado em 791 milhões de dólares, segundo um relatório das Academias Nacionais de Ciências, Engenharia e Medicina.
Segundo o cronograma proposto, a construção dos navios começaria em 2019.
Segundo o cronograma proposto, a construção dos navios começaria em 2019. (Divulgação).
O ritmo rápido do aquecimento global e do derretimento dos polos colocou em evidência a necessidade "crítica" de que os Estados Unidos construam quatro novos navios quebra-gelos, disseram funcionários do governo americano nesta terça-feira.

O custo de cada um dos novos navios é calculado em 791 milhões de dólares, segundo um relatório das Academias Nacionais de Ciências, Engenharia e Medicina.

O Congresso pediu o relatório em meio à preocupação com a falta de uma frota nos Estados Unidos, que conta com apenas três quebra-gelos antigos. Um deles está quebrado e o outro foi projetado principalmente para pesquisas científicas.

"Durante mais de 30 anos, os estudos ressaltaram a necessidade de que os quebra-gelos americanos mantenham sua presença, soberania, liderança e capacidade de pesquisa, mas a nação não fez os investimentos recomendados", disse Richard West, contra-almirante aposentado do Departamento de Marinha dos Estados Unidos e presidente do comitê que escreveu o relatório.

Isto deixou os Estados Unidos "mal equipados para proteger seus interesses, enquanto outras nações se mobilizaram para expandir seu acesso a regiões cobertas de gelo".

"Dado o forte aquecimento e as mudanças climáticas relacionadas que ocorrem tanto no Ártico como no Antártico, as deficiências na capacidade de romper gelo dos Estados Unidos se tornaram mais críticas", acrescentou.

Segundo o cronograma proposto, a construção dos navios começaria em 2019, com a primeira embarcação pronta em 2024 e a segunda em 2025.

Nos últimos anos, a Rússia aumentou sua presença no Ártico, já que o gelo derretido abre as vias marítimas e o acesso à riqueza de hidrocarbonetos e minerais.

Mais de 20% das reservas de hidrocarbonetos do mundo que ainda não foram descobertas estão situadas no Ártico, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos.


AFP
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Pe. Geovane Saraiva

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