"Quem me dera ser leal, discreto e silencioso como minha sombra" (Dom Helder Câmara).

terça-feira, 2 de maio de 2017

MERVAL: LIDERANÇA DE LULA NAS PESQUISAS PODE INTERFERIR NA APROVAÇÃO DAS REFORMAS

Para o colunista Merval Pereira, muito mais do que as manifestações sindicais de sexta-feira e ontem, 1º de maio, a pesquisa do Datafolha que mostra o ex-presidente Lula à frente da corrida presidencial tem capacidade de influir na decisão de deputados e senadores sobre as reformas trabalhista e da Previdência

247 - Em sua coluna nesta terça-feira, Merval Pereira traça uma análise da atual situação político-econômica no Brasil: a liderança de Lula nos cenários eleitorais pode influir na aprovação das reformas trabalhista e da previdência.

Para Merval, há três pontos chaves:

1) A liderança de Lula na pesquisa Datafolha pode influir na votação das reformas trabalhista e da Previdência;
2) A popularidade do petista já influencia a articulação de alianças eleitorais;
3) Resta saber se Lula será condenado em segunda instância, o que inviabiliza sua candidatura

"A esta altura, os políticos que só pensam na próxima eleição e não na próxima geração, estão pesando as possibilidades de Lula vir a ser candidato para analisar em que direção o vento soprará. Não há novidade no fato de que, condenado em segunda instância, o ex-presidente, assim como qualquer cidadão, estará inviabilizado eleitoralmente. trário, se os juízes de primeira instância o condenassem e o TRF o absolvesse, Lula poderia concorrer.

(...) 

A leitura do ministro Marco Aurélio é que, eleito, o candidato, mesmo sem tomar posse, já está protegido pelas ressalvas constitucionais, e ele tem certamente apoiadores. Outros ministros e juristas, no entanto, pensam de maneira diferente e, se não houver uma decisão do Tribunal Superior Eleitoral ou do Supremo, poderemos enfrentar uma crise institucional grave. Lula eleito, seria um contrassenso proibi-lo de tomar posse. Fica tudo muito parecido com a famosa frase de Carlos Lacerda: 'Getúlio Vargas não pode ser candidato, se for candidato, não pode vencer, se vencer, não pode tomar posse, se tomar posse, não pode governar'.

A classe política deve estar em polvorosa, buscando sinais do que acontecerá até o próximo ano. Mas as pesquisas que se fazem agora, 17 meses antes da eleição, não esclarecem o futuro, dão apenas indicações precárias."

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Pe. Geovane Saraiva

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