segunda-feira, 24 de junho de 2019

Pe. Geovane Saraiva na Revista digital mais completa do Brasil

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quinta-feira, 20 de junho de 2019

Oração, intimidade com Deus: nada nos perturbe, só Deus basta!

Oração, intimidade com Deus: nossa igreja de Santo Afonso me favoreceu, sem iluminação alguma, momentos maravilhosos, de súplica, louvor e agradecimentos, ocasião ímpar na noite de 11 de junho de 2019. Com Deus infinitamente bom, nada nos perturba, só Deus basta! Amém!
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quarta-feira, 19 de junho de 2019

Vida e esperança


Padre Geovane Saraiva*
Deus se comunica com seu povo, de um modo muito especial, na festa do amor, ao se revelar em toda a sua plenitude no mistério afável e terno da Trindade Santa, que nos fala na História, nos chamando à conversão. Ele deseja que plantemos a semente da esperança e da misericórdia restauradora, pelas imagens do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

Santíssima Trindade, afresco de RossettiContemplemos o mistério da Santíssima Trindade, solenidade da qual somos convidados a renovar – nós, vossas criaturas – a vocação à vida comunitária e trinitária, a partir do exaustivo ensinamento bíblico, em que o nosso bom Deus, uno e trino, gerado quando nem existiam abismos, mananciais, fontes hídricas e aquíferos, ou mesmo antes que fossem constituídas e fixadas montanhas e colinas, ao manifestar seu mistério redentor. É no sangue do Filho eterno do Pai que nos tornamos conhecedores e enamorados da beleza sempre antiga e sempre nova.

Deus quer nos convencer das expressivas alusões supracitadas, elogios e atributo divino à sabedoria, apresentando-nos como misterioso em pessoa: “Possuía-me desde o início dos seus caminhos e antes de suas obras (...). “Quando colocava os fundamentos da terra, eu estava ao seu lado como seu mestre de obras” (cf. Pr 8, 22-30). Revela-nos aquele fogo que sempre mais arde e consome-se, contrariando e destruindo a vontade humana, sinalizada pelo pecado.

Deus realiza o sonho da pessoa humana plenamente livre, na revelação da Trindade Santa, que é próprio de Deus a penetrar no mais íntimo do interior humano, que da nossa parte cabe resposta, mas dentro de um convívio com as marcas da esperança. As três pessoas nos propõem o desafio salvífico, na acolhida, da nossa parte, de um Deus Pai, Filho e Espírito Santo.

Fomos batizados em nome da Trindade Santa. Resta-nos suplicar um pouco daquela alma grande, por complacência de Deus, concedida a Santo Agostinho, enquanto queria entender o inefável mistério. Só mesmo na graça de Deus é que podemos obter respostas plausíveis para tal mistério. Assim seja!

*Pároco de Santo Afonso, Blogueiro, Escritor e  integra a Academia Metropolitana de Letras de Fortaleza



domingo, 16 de junho de 2019

THE INTERCEPT: LAVA JATO USOU JUDICIÁRIO PARA FINS POLÍTICOS

Foto: Reuters



"Faltava o batom na cueca. Não falta mais", destacou o jornalista João Filho, do The Intercept, afirmando que a suspeita de que a Lava Jato era "um conluio entre procuradores e um juiz que atuava para influenciar o jogo político-partidário e manipular a opinião pública" se tornou um fato com as revelações trazidas pelos vazamentos das conversas secretas entre Sergio Moro e Deltan Dallagnol

TIJOLAÇO: BOLSONARO ASSUME QUE ARMAS SÃO PARA FORMAR MILÍCIAS

Alan Santos/PR | Reuters


O jornalista Fernando Brito indagou como seria a reação se a declaração do presidente Jair Bolsonaro, defendendo o armamento da população para fins políticos, fosse feita por uma liderança da esquerda e advertiu: "Não é o povo trabalhador a quem se arma, mas as milícias/'.

Zora Total: onda coo o circo



França: Emoção marca primeira Missa após incêndio em Notre-Dame (c/vídeo)

Arcebispo de Paris destacou importância da dimensão religiosa para entender a Catedral e a própria Cultura 
Foto: Lusa
Paris, 15 jun 2019 (Ecclesia) – O arcebispo de Paris, D. Michel Aupetit, celebrou hoje a primeira Eucaristia em Notre-Dame, dois meses após o incêndio de 15 de abril e disse que “a vida é mais forte do que a morte”, sublinhando a identidade da Catedral como “lugar de culto”, a sua “finalidade própria e única”.
Na celebração, por ocasião da Dedicação da Catedral, D. Michel Aupetit, sublinhou que o templo mesmo depois do incêndio “é uma maravilha”, tal “como Maria é uma maravilha para todos os cristãos”.
“Podemos realmente, por ignorância ou ideologia, separar a cultura e o culto?”, questionou o arcebispo, apresentando em seguida a sua resposta: “Digo-o com veemência, uma cultura sem culto torna-se uma incultura”.
É com muita emoção que estamos aqui, para celebrar a Dedicação desta Catedral, mas estamos profundamente felizes por poder celebrar aqui a Eucaristia: foi para isso que ela foi construída; é também uma mensagem de esperança, de agradecimento a todos os que se emocionaram, aos que vieram a esta Catedral, símbolo da nossa França e símbolo também das suas raízes cristãs”, referiu, na saudação inicial D. Michel Aupetit, arcebispo de Paris.
“Se o lado maternal de Maria é um abrigo para os excluídos, a Catedral também é um porto de abrigo para os cristãos”, frisou o arcebispo de Paris.
A primeira Missa depois do incêndio de 15 de abril contou com a participação de um grupo de 30 pessoas (entre sacerdotes, leigos, técnicos e jornalistas), com capacetes, por razões de seguranças.
A Eucaristia foi transmitida, em direto, pelo canal da Igreja Católica na França, KTO (www.ktotv.com).

Durante a celebração, o arcebispo agradeceu aos responsáveis pela reconstrução, desejando que “redescubram o espírito com que foi construída esta Catedral”
O fogo, que aconteceu no segundo dia da Semana Santa, alastrou-se pelo sótão da catedral para estender-se ao resto do edifício, com visíveis colunas de chamas e fumo.
O incêndio provocou elevados danos na construção, cujo pináculo colapsou.
A construção da catedral, de estilo gótico, teve início em 1163 e foi concluída em 1345; no século XIX foi restaurada pelo arquiteto Viollet-le-Duc.
A Catedral de Notre-Dame é propriedade do Estado, de acordo com lei francesa de separação Igreja-Estado de 1905, e o seu uso é atribuído à Igreja Católica.
O teto, que desabou no fogo, datava de 1326 e tinha um peso de 210 toneladas, assentes numa estrutura em madeira de carvalho.
A construção foi encomendada pelo bispo Maurice de Sully; a primeira pedra foi colocada na presença do Papa Alexandre III, que ficou em Paris de 24 de março a 25 de abril de 1163, durante o reinado de Luís VII.
OC/PR/LFS

JUSTIFICANDO: SÉRGIO MORO É O PRIMEIRO JAVAPORCO CRIADO PELO STF



Em artigo publicado no site Justificando, os advogados criminalistas Sean Abib, Ricardo Mamoru Ueno e Eduardo Samoel Fonseca usam a analogia do cruzamento de um javali e um porco para falar sobre o que chamam de "experimento consentido" pelo Supremo Tribunal Federal que criou o Moro: o acasalamento entre juiz e acusado.

JESSÉ SOUZA: RACISMO CONTRA NEGROS E POBRES UNIU MORO, IMPRENSA E CLASSE MÉDIA BRANCA


"O ódio a Lula sempre foi a 'personalização' do ódio ao negro e ao pobre", enfatiza o sociólogo Jessé Souza, apontando que está foi a gênese que uniu Sergio Moro, procuradores, a grande mídia e a classe média branca brasileira.

Papa: o Espírito Santo é o reconstrutor da esperança

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É de esperança a mensagem do Papa Francisco aos habitantes da região das Marcas atingidos pelos terremotos de 2016. "Para conseguirmos nos libertar do passado que retorna, das recordações negativas que nos fazem prisioneiros, dos arrependimentos que paralisam, temos necessidade" do Espírito Santo, que "unge as más recordações com o bálsamo da esperança, porque o Espírito Santo é o reconstrutor da esperança.”
Jackson Erpen – Cidade do Vaticano
«O que é o homem para dele te lembrares?». "Vieram-me à mente estas palavras, pensando em vocês (...). recordação é uma palavra-chave para a vida.”

 O versículo 5 do Salmo 8 foi o ponto de partida da homilia do Papa Francisco na Missa celebrada na Praça Cavour em Camerino, região das Marcas atingida pelos terremotos de 2016:

“Diante do que vocês viram e sofreram, diante de casas desabadas e de prédios reduzidos a escombros, vem esta pergunta: o que é o homem? O que é, se aquilo que constrói pode ruir em um instante? O que é,  se a sua esperança pode acabar em pó? O que é homem?” .

Recordar-se de Deus dá força para não nos rendermos diante das contrariedades da vida

A resposta – acrescenta  o Papa - parece vir da continuação da frase: "o que é o homem para dele te lembrares? De nós, assim como somos, com nossas fragilidades, Deus recorda-se. Na incerteza que sentimos por fora e por dentro, o Senhor nos dá uma certeza: Ele recorda-se de nós. “Re-corda”, isto é, retorna,  retorna com seu coração a nós, porque estamos em seu coração. E enquanto aqui embaixo muitas coisas são rapidamente esquecidas, Deus não nos deixa no esquecimento. Ninguém é desprezível aos seus olhos, cada um tem um valor infinito para ele: somos pequenos sob o céu e impotentes quando a terra treme, mas para Deus somos mais preciosos que qualquer coisa”.

“ Enquanto aqui embaixo muitas coisas são rapidamente esquecidas, Deus não nos deixa no esquecimento ”

Francisco enfatiza a importância de “recordar” de que “não somos esquecidos por Deus, que somos seus filhos amados, únicos e insubstituíveis.” E recordar d’Ele, “nos dá força para não nos rendermos diante das contrariedades da vida”:

“Recordamos o quanto valemos, diante da tentação de nos entristecer e de continuar a desenterrar aquele pior que parece nunca acabar. As más recordações chegam, mesmo quando não pensamos nelas; mas pagam mal: deixam somente melancolia e nostalgia. Mas quão difícil é libertar-se das más recordações! Vale aquele ditado, segundo o qual foi mais fácil para Deus tirar Israel do Egito do que o Egito do coração de Israel”.

Espírito Santo, reconstrutor da esperança

E para conseguirmos nos libertar "do passado que retorna, das recordações negativas que nos fazem prisioneiros, dos arrependimentos que paralisam", temos necessidade de alguém que nos ajude a carregar os pesos que temos dentro, diz o Papa.

“ Ele unge as más recordações com o bálsamo da esperança, porque o Espírito Santo é o reconstrutor da esperança ”

Jesus não nos tira os pesos como gostaríamos, pois “estamos sempre em busca de soluções rápidas e superficiais”, mas  Ele “nos dá o Espírito Santo (...), o Consolador, Aquele que não nos deixa sozinhos sob os pesos da vida”:

“É Ele que transforma nossa memória escrava em memória livre, as feridas do passado em recordações de salvação. Ele realiza em nós o que fez por Jesus: as suas chagas, aquelas feridas feias escavadas pelo mal, pelo poder do Espírito Santo, tornaram-se canais de misericórdia, chagas luminosas nas quais resplandece o amor de Deus, um amor que eleva, que faz ressurgir. É isso que o Espírito Santo faz quando o convidamos para as nossas feridas. Ele unge as más recordações com o bálsamo da esperança, porque o Espírito Santo é o reconstrutor da esperança.”

Mas, temos necessidade de uma esperança que não desiluda. As esperanças terrenas são efêmeras - afirma o Pontífice - têm sempre “data de vencimento”, pois “são feitas de ingredientes terrenos, que cedo ou tarde estragam”, ao contrário da esperança do Espírito:

“A do Espírito é uma esperança duradoura. Não expira, porque se baseia na fidelidade de Deus. A esperança do Espírito tampouco é otimismo. Nasce no mais profundo, reacende no fundo do coração a certeza de sermos preciosos porque amados. Infunde a confiança de não estarmos sozinhos. É uma esperança que deixa a paz e a alegria por dentro, independentemente do que aconteça fora. É uma esperança que tem raízes fortes, que nenhuma tempestade da vida pode desenraizar.”

“ O Espírito nos alimenta de viva esperança. Convidamo-lo. Peçamos a ele que venha a nós e ele se aproximará ”

Se por um lado – observa Francisco - quando estamos perturbados ou feridos, somos levados a “fazer o ninho" em torno às nossas tristezas e nossos medos, por outro “o Espírito liberta-nos de nossos ninhos, nos faz levantar voo, nos desvela um destino maravilhoso destino para o qual nascemos.

Quem se aproxima de Deus não se abate

A terceira e última palavra que o Papa quis compartilhar com os fiéis foi “proximidade”. Para tal, recordou a Santíssima Trindade,  que “é um mistério da proximidade de Deus”.

“A Trindade nos diz que não temos um Deus solitário lá no alto, no céu, distante e indiferente. Não! É Pai que nos deu o seu Filho, feito homem como nós, e que para estar mais próximo ainda, para nos ajudar a carregar os pesos da vida, nos envia seu próprio Espírito. Ele, que é Espírito, vem em nosso espírito e assim nos consola por dentro, leva a ternura de Deus ao nosso interior”:

“ Quem se aproxima de Deus não se abate, mas segue em frente: recomeça, tenta de novo, reconstrói ”

“Com Deus, os fardos da vida não permanecem em nossos ombros: o Espírito, a quem nomeamos toda vez que fazemos o sinal da Cruz, precisamente quando tocamos nossos ombros, vem nos dar força, encorajar-nos, sustentar nossos fardos. De fato, ele é especialista em ressuscitar, em elevar, em reconstruir. É preciso mais força para reparar do que para construir, para recomeçar do que para iniciar, para reconciliar-se do que para concordar. Essa é a força que Deus nos dá. Por isso, quem se aproxima de Deus não se abate, mas segue em frente: recomeça, tenta de novo, reconstrói.”

Que promessas não acabem no esquecimento

“Queridos irmãos e irmãs – disse o Santo Padre, encaminhando-se para o final de sua homilia -  eu vim hoje para estar próximo de vocês. Estou aqui para rezar com vocês a Deus que se recorda de nós, para que ninguém se esqueça de quem está em dificuldades. Rezo ao Deus da esperança, para que aquilo que é instável na terra não abale a certeza que temos dentro. Rezo ao Deus Próximo, para que suscite gestos concretos de proximidade. Quase três anos se passaram e o risco é que, após o primeiro envolvimento emocional e midiático, a atenção caia e as promessas acabem em segundo plano, aumentando a frustração daqueles que veem o território cada vez mais despovoado. O Senhor, ao contrário, impele a recordar, reparar, reconstruir e a fazer isso juntos, sem nunca esquecer aqueles que sofrem.”

“ Rezo ao Deus da esperança, para que aquilo que é instável na terra não abale a certeza que temos dentro ”

“O que é o homem para dele te lembrares? Deus que se lembra de nós, Deus que cura nossas memórias feridas ungindo-as de esperança, Deus que está perto de nós para nos reerguer por dentro, nos ajude a sermos construtores de bem, consoladores de corações”, disse Francisco ao concluir.

Mistério de bondade

| domtotal.com
Reflexão sobre o Evangelho da festa da Santíssima Trindade - João 16,12-15
As três pessoas divinas - Pai, Filho e Espirito Santo - constituem o único Deus.
As três pessoas divinas - Pai, Filho e Espirito Santo - constituem o único Deus. (Reprodução/ Pixabay)
Por José Antônio Pagola*

Ao longo dos séculos, os teólogos têm-se esforçado por aprofundar o mistério de Deus mergulhando conceitualmente na sua natureza e expondo suas conclusões com diferentes linguagens. Mas, com frequência, nossas palavras escondem seu mistério em vez de revelá-lo. Jesus não fala muito de Deus. Oferece-nos simplesmente sua experiência.

A Deus, Jesus chama-Lhe "Pai" e experimenta-o como um mistério de bondade. Vive-o como uma presença boa que abençoa a vida e atrai Seus filhos e filhas para lutar contra o que prejudica os seres humanos. Para Ele, o mistério último da realidade que os crentes chamamos de "Deus" é uma presença próxima e amigável que abre caminho no mundo para construir, conosco e junto a nós, uma vida mais humana.

Jesus nunca separa esse Pai do seu projeto de transformar o mundo. Não pode pensar nele como alguém encerrado no seu mistério insondável, de costas para o sofrimento dos seus filhos e filhas. Por isso, pede aos seus seguidores para se abrir ao mistério desse Deus, acreditar na boa nova do seu projeto, juntar-nos a ele para trabalhar por um mundo mais justo e feliz para todos, e procurar sempre que a sua justiça, a sua verdade e a sua paz reinem cada vez mais no mundo.

Por outro lado, Jesus experimenta-se a Si mesmo como "Filho" desse Deus, nascido para impulsionar na Terra o projeto humanizador do Pai e para o levar à sua plenitude definitiva acima até mesmo da morte. Por isso, procura a todo o momento o que quer o Pai. A sua fidelidade a ele leva-o a buscar sempre o bem dos seus filhos e filhas. Sua paixão por Deus traduz-se em compaixão por todos os que sofrem.

Por isso, toda a existência de Jesus, o Filho de Deus, consiste em curar a vida e aliviar o sofrimento, defender as vítimas e reclamar para elas justiça, semear gestos de bondade, e oferecer a todos a misericórdia e o perdão gratuito de Deus: a salvação que vem do Pai.

Finalmente, Jesus age sempre impulsionado pelo "Espírito" de Deus. É o amor do Pai que o envia para anunciar aos pobres a boa nova do seu projeto salvador. É o alento de Deus o que move a curar a vida. É a sua força salvadora que se manifesta em toda sua trajetória profética.

Este Espírito não se extinguirá no mundo quando Jesus estiver ausente. Ele mesmo promete assim aos Seus discípulos. A força do Espírito os fará testemunhas de Jesus, Filho de Deus e colaboradores do plano salvador do Pai. Assim, os cristãos vivem praticamente o mistério da Trindade.

Traduzido por IHU e publicado originalmente por Religión Digital.

*José Antonio Pagola é padre e tem dedicado a sua vida aos estudos bíblicos, nomeadamente à investigação sobre o Jesus histórico. Nascido em 1937, é licenciado em Teologia pela Universidade Gregoriana de Roma (1962), licenciado em Sagradas Escrituras pelo Instituto Bíblico de Roma (1965), e diplomado em Ciências Bíblicas pela École Biblique de Jerusalém (1966). Professor no seminário de San Sebastián (Espanha) e na Faculdade de Teologia do Norte de Espanha (sede de Vitória), foi também reitor do seminário diocesano de San Sebastián e vigário-geral da diocese de San Sebastián.