PROPINAS DA JBS AO NÚCLEO TEMER SOMAM R$ 22 MI


A matéria de capa da revista Época desta semana traz uma série de novas revelações sobre o esquema de corrupção que Michel Temer e seu grupo político tinham com a JBS e outras empresas dos irmãos Batista; a reportagem analisou novos documentos que mostram que há provas consistentes de corrupção de empresas indicadas por Temer à JBS, na distante campanha presidencial de 2010; surgem ainda evidências de pagamentos em dinheiro vivo ao presidente do Senado, Eunício Oliveira, entre outros parlamentares, e a ministros do governo Temer, como Bruno Araújo, Gilberto Kassab, Helder Barbalho e Marcos Pereira; Kassab, por exemplo, também aparece como beneficiário de um valor extraordinário em propinas, recebidas, segundo os documentos, até o ano passado: R$ 18 milhões.

Comentários