"Quem me dera ser leal, discreto e silencioso como minha sombra" (Dom Helder Câmara).

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Oitava de Páscoa: tempo de celebrar a Ressurreição

domtotal.com
A melhor maneira de vivenciar o mistério da páscoa é assumir de forma consciente e responsável o próprio batismo, diz dom Geraldo
Após Oitava de Páscoa, Igreja continua vivendo o Tempo Pascal até o domingo de Pentecostes
Após Oitava de Páscoa, Igreja continua vivendo o Tempo Pascal até o domingo de Pentecostes (Reprodução)

Durante todos os dias desta semana, até o próximo domingo, a Igreja comemora com alegria a Ressurreição de Jesus. Este é o acontecimento mais importante da história para os cristãos, pois, Jesus, morreu, ressuscitou e continua entre nós. O Arcebispo de Mariana (MG), dom Gerado Lyrio de Rocha, explica que Páscoa é uma solenidade tão grande que não dá para celebrar num dia só. Por isso a igreja na sua sabedoria de mãe e mestra prolonga por oito dias a celebração da páscoa. “A páscoa é o centro do ano Litúrgico por ser o centro da vivência e da fé cristã. Se Cristo não tivesse ressuscitado nossa fé não teria sentido vai dizer o apóstolo Paulo. Então, o mistério da morte e ressurreição de Cristo é o que está no cento, é o acontecimento fundante da nossa própria fé”, destaca o bispo.

Para dom Geraldo, a melhor maneira de vivenciar o mistério da páscoa é assumir de forma consciente e responsável o próprio batismo. “A oitava da pascoa tem essa caraterística batismal até porque na vigília da páscoa se celebram o batismo especialmente de adultos. Então, a oitava da páscoa tem um sabor bem batismal. Aí está o fundamento da nossa vivencia cristã. É assumir o nosso batismo para vive-lo intensamente como filhos de Deus, como irmãos de Jesus Cristo, como templos do Espírito Santo, como membros do povo santo de Deus e a igreja de Cristo. Então, a oitava da Páscoa deve reavivar tudo isto em nós para vivenciarmos o que celebramos na fé traduzindo em atos concretos em nossa vida”. 

Após essa Oitava de Páscoa, a Igreja continua vivendo o Tempo Pascal até o domingo de Pentecostes que acontece cinquenta dias após a celebração da ressurreição de cristo. Este ano será celebrado dia 4 de junho. Neste período, a igreja convida, por meio da liturgia, a contemplar a presença do ressuscitado que continua no meio dos seus. “O pentecostes é o coroamento da páscoa, a obra realizada por Jesus. O que ele fez com sua morte e ressurreição agora é coroado com a vinda do Espírito Santo e é ele que faz com que o mistério da páscoa que celebramos não seja uma coisa do passado que é apenas recordado numa oração. É muito mais do que isso. É o Espírito Santo de Deus que faz com que o mistério pascal se torne presente e realidade em nossa vida. Em todos os gestos litúrgicos, mas sobretudo na Santíssima Eucaristia. A Eucaristia é a celebração do mistério pascal de cristo. A Pascoa de cristo acontecendo em nova vida e a nossa inserida no mistério pascal de cristo quem faz tudo isso é o Espírito Santo que da vida a igreja e que vivifica o cristão na sua vivencia de fé para que mistério pascal seja realidade na sua existência”, ressalta dom Geraldo.


CNBB

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Pe. Geovane Saraiva

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