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Responsável da Santa Sé sublinha amor do Papa pela China

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Agência Ecclesia 04 de Agosto de 2017, às 13:31        

Chanceler da Pontifícia Academia das Ciências e das Ciências Sociais participa em conferência em Pequim

Cidade do Vaticano, 04 ago 2017 (Ecclesia) - O chanceler da Pontifícia Academia das Ciências e das Ciências Sociais (Santa Sé) está em Pequim, onde sublinhou o amor do Papa Francisco pela China.

“O Papa Francisco ama a China, o povo da China e a sua história. Esperamos que a China tenha um grande futuro”, disse D. Marcelo Sanchez Sorondo, argentino, em entrevista ao jornal ‘Global Times’.

As declarações, citadas pela Rádio Vaticano, acontecem à margem de conferência sofre doação e transplante de órgãos que decorre na capital chinesa.

A emissora pontifícia recorda que em fevereiro houve um encontro contra tráfico de órgãos, no Vaticano, com a participação de Huang Jiefu, antigo ministro da Saúde chinês.

Em maio, o Papa dirigiu uma mensagem de “comunhão” aos católicos na China, por ocasião do dia anual de oração que a Igreja dedica a estas comunidades (24 de maio).

“Digo aos católicos chineses: levantemos o olhar para Maria, nossa Mãe, para que nos ajude a discernir a vontade de Deus a respeito do caminho concreto da Igreja na China e nos ajude a acolher com generosidade o seu projeto de amor”, declarou.

Francisco foi o primeiro Papa a sobrevoar o espaço chinês, em agosto de 2014, tendo nessa ocasião enviado duas mensagens ao presidente Xi Jinping, pedindo que Deus abençoasse o país asiático.

Já em junho, a Santa Sé manifestou “grande preocupação” com a situação de D. Pedro Shao Zhumin, bispo católico cujo paradeiro se desconhece desde maio.

O responsável pela Diocese de Wenzhou foi nomeado pelo Papa, mas não é reconhecido pelo governo de Pequim.

O regime de Pequim criou em 1957 a Associação Patriótica Católica (APC) para evitar interferências estrangeiras, em especial da Santa Sé, e para assegurar que os católicos viviam em conformidade com as políticas do Estado.

O Vaticano considera ‘ilegítimos’ os bispos que receberam jurisdição da APC, sem autorização do Papa, e a comunidade fiel à Santa Sé vive de forma clandestina.

OC

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