"Quem me dera ser leal, discreto e silencioso como minha sombra" (Dom Helder Câmara).

sábado, 8 de julho de 2017

Celebração do "Domingo do Mar" em prol dos marítimos e suas famílias

2017-07-08 Rádio Vaticana

Cidade do Vaticano (RV) – Por ocasião do “Domingo do Mar”, que se celebra no segundo domingo de julho (09/7), o Santo Padre se une a esta celebração, através do Pontifício Conselho para a Pastoral dos Migrantes e os Itinerantes, para chamar a atenção sobre a esquecida situação marítima.

 Cerca de 1 milhão e 200 mil marinheiros trabalham na indústria marítima. Não obstante, esta profissão é praticamente desconhecida, como também são pouco conhecidas as dificuldades e perigos que enfrentam.

Em uma mensagem para esta ocasião, o Pontifício Conselho manifestou seus auspícios por uma mudança concreta nas situações de trabalho das equipes que prestam serviço a bordo dos navios, quase sempre “invisíveis”.

Eles passam meses e meses em um espaço restrito, longe de suas famílias, com normas restritivas e injustas que, às vezes, até impedem de descer em terra firme. Tudo disso, sem contar as contínuas ameaças de pirataria, das forças da natureza e do assalto à mão armada em rotas marítimas.

A Mensagem da Santa Sé presta homenagem ao pessoal que trabalha a bordo dos navios mercantes, nas rotas do Mar Mediterrâneo, que continuam a se deparar, ainda hoje, com a triste realidade de milhares de imigrantes que chegam à costa italiana.

Para chamar a atenção da opinião publica mundial, há quatro anos, o Papa Francisco iniciava seu Pontificado com uma visita inesperada fora do Vaticano, visitando precisamente a Ilha de Lampedusa, ao sul da Itália, em solidariedade com os milhares de pessoas que deixam seus países, por causa das guerras e conflitos internos, para encontrar uma vida melhor no continente Europeu.

Em sua mensagem, a Santa Sé solicita mais recursos, não apenas para as missões de resgate e salvamento, mas também para prevenir o tráfico e a exploração de pessoas que fogem das terríveis condições de conflito e de pobreza de seus países.

Na conclusão da Mensagem, o Pontifício Conselho para a Pastoral dos Migrantes e os Itinerantes expressa seu apreço e reconhecimento à obra de todos os capelães e voluntários do “Apostolado do Mar”, cuja presença nos portos é um sinal da Igreja entre os marinheiros, que mostra o rosto compassivo e misericordioso de Cristo.

A especial celebração do “Domingo do Mar” teve início em 1975, por iniciativa do Apostolado do Mar, juntamente com a Mission to Seafarers e a Sailors’ Society, com o objetivo reconhecer a preciosa contribuição dos marítimos no âmbito da economia mundial.

Esta celebração tem também importância ecumênica porque, em muitos portos, as celebrações e as diversas atividades de sensibilização, se realizam em colaboração com outras denominações cristãs. Trata-se de um testemunho cristão de unidade e cooperação pelos direitos daqueles marítimos, cuja presença, muitas vezes, é imperceptível. (MT/JSG/Gaudium Press)
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Pe. Geovane Saraiva

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