"Quem me dera ser leal, discreto e silencioso como minha sombra" (Dom Helder Câmara).

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Quinta-feira Santa: Igreja recorda instituição do Sacerdócio

Por Abel Camasca

Papa Francisco na Missa Crismal de 2015, Basílica de São Pedro. Foto: Petrik Bohumil/CNA

REDAÇÃO CENTRAL, 13 Abr. 17 / 05:00 am (ACI).- Na Quinta-feira Santa, dia em que Jesus instituiu o Sacramento da Ordem Sacerdotal, celebra-se o dia do sacerdote. Quem não conhece algum bispo ou padre que tenha ajudado a alegrar a vida de alguém com algum gesto ou palavra?

“Este dia é especialmente grande para nós, queridos irmãos sacerdotes. É a festa dos sacerdotes. É o dia em que nasceu o nosso Sacerdócio, que é participação do único Sacerdócio de Cristo Mediador”, escreveu São João Paulo II aos presbíteros por ocasião da Quinta-feira Santa de 1986.

“Neste dia, os sacerdotes do mundo inteiro são convidados a concelebrar a Eucaristia com seus bispos e a renovar ao seu redor as promessas de seus compromissos sacerdotais a serviço de Cristo e de sua Igreja”, acrescentou.

Os sacerdotes têm a graça de fazer que Cristo se faça presente em corpo, sangue, alma e divindade com a consagração do pão e do vinho. Assim como a de perdoar os pecados.

Com a graça de Deus se manteve na Igreja Católica uma linha de sucessão hierárquica dos apóstolos e que segue até hoje. Só os Bispos podem ordenar sacerdotes e todos eles devem obediência ao Papa que é o Bispo de Roma, sucessor de Pedro e Vigário de Cristo.

A vida do sacerdote não é fácil. Tem que deixar a casa de seus pais e privar-se de ter uma família própria. Educam e formam milhares de fiéis, que muitas vezes terminam fazendo o contrário de seus conselhos.

Alguns inclusive passam fome, sede e frio para levar o Evangelho a lugares distantes. Outros são incompreendidos, perseguidos e caluniados por anunciarem a verdade.

O importante, como recordou o Papa Francisco na Quinta-feira Santa de 2013, é que o sacerdote deve fazer com “que nosso povo nos sinta discípulos do Senhor, sinta que estamos revestidos com seus nomes, que não procuramos outra identidade; e possa receber através de nossas palavras e obras esse óleo de alegria que Jesus, o Ungido, veio trazer para eles”.
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Pe. Geovane Saraiva

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