"Quem me dera ser leal, discreto e silencioso como minha sombra" (Dom Helder Câmara).

segunda-feira, 13 de março de 2017

Itália: Papa sem medo de «bruxas» mas com receio das pessoas «más»


Agência Ecclesia 12 de Março de 2017, às 22:28        Foto: Lusa

Foto: Lusa
Francisco visitou paróquia de Roma e deixou conselhos às novas gerações


Roma, 12 mar 2017 (Ecclesia) – O Papa visitou hoje a paróquia romana de Santa Madalena de Canossa e encontrou-se com um grupo de crianças, a quem disse que mais do que de “bruxas”, é preciso temer as pessoas “más”.

Francisco respondeu a várias perguntas dos mais novos, incluindo uma da pequena Sara, que lhe confessou o seu medo das bruxas.

“Mas as bruxas não existem e não são assustadoras”, respondeu o Papa, realçando que algumas pessoas “fazem talvez 3 ou 4 coisas (rituais de magia, etc), mas isso são baboseiras”-

“As bruxas não têm nenhum poder. São uma mentira”, acrescentou.

Francisco confessou, por sua vez, que se assusta “quando uma pessoa é má”.

“Quando uma pessoa escolhe ser má, pode fazer muito mal. E também me assusto, quando, na paróquia ou no Vaticano, há mexericos”, observou.

Segundo o Papa, falar mal de alguém tem o efeito de uma “bomba”, porque “destrói tudo, especialmente, o coração”.

“Assusta-me a capacidade de destruição que tem o falar mal do outro. Isso é ser bruxa, ser um terrorista”, referiu às crianças.

Francisco foi acolhido pelo seu vigário para a Diocese de Roma, cardeal Agostino Vallini; pelo bispo auxiliar do sector ocidental da cidade, D. Paolo Selvadagi; pelo pároco, padre Giorgio Spinello; e pelo superior geral da Congregação dos Filhos da Caridade (Canossianos), padre Giorgio Valente, aos quais foi confiada a Paróquia de Santa Madalena de Canossa.

A 14ª visita do atual Papa às paróquias da Diocese de Roma foi acompanhada por milhares de pessoas, começando pelo encontro com crianças e adolescente da catequese e com o grupo de Escuteiros da Europa.

Francisco recomendou às crianças que evitem os “palavrões” e, sobretudo, “as blasfémias”.

A visita teve também encontros com jovens, as religiosas Canossianas, doentes, idosos, casais cujos filhos foram batizados em 2016, agentes pastorais, catequistas e voluntários da Cáritas.

O Papa confessou quatro pessoas da paróquia e depois presidiu à Missa, na qual falou do rosto de dor que a Cruz de Jesus representa e do sacrifício de Cristo para libertar a humanidade do pecado.

“Estamos habituados a falar dos pecados dos outros: que coisa feia”, lamentou.

Antes de regressar ao Vaticano, Francisco abençoou e despediu-se dos presentes, agradecendo-lhes pelo “caloroso acolhimento”.

OC
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Pe. Geovane Saraiva

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