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quinta-feira, 23 de março de 2017

Fátima 2017: Relato das Aparições ultrapassou fronteiras com «excecional velocidade»


Agência Ecclesia 22 de Março de 2017, às 12:35      

Diretor do Serviço de Estudos e Difusão do Santuário apresentou «fontes» para estudo história dos acontecimentos da Cova da Iria


Fátima, 22 mar 2017 (Ecclesia) – O diretor do Serviço de Estudos e Difusão do Santuário de Fátima, disse hoje que as Aparições de 1917, na Cova da Iria, ultrapassaram fronteiras com “excecional velocidade”.

Marco Daniel Duarte, que interveio nas primeiras Jornadas de Comunicação Social, em Fátima, referiu que os acontecimentos de há 100 anos rapidamente ultrapassaram as fronteiras da “história local ou regional”.

O especialista deu como exemplo uma notícia do jornal “A Liberdade”, do Porto, em agosto de 1917, que falava em pelo menos 5 mil pessoas reunidas na Cova da Iria.

O Diretor do Serviço de Estudos e Difusão do Santuário falou sobre “as fontes de Fátima”, sublinhando que há muitos testemunhos a ter em conta para “narrar” as Aparições de 1917.

“O testemunho inicial das crianças perdeu-se, não foi registada por gravadores nem por câmaras de televisão”, referiu.

Nesse sentido, os registos iniciais estão ligados aos “intuitos vários” dos primeiros interrogatórios sobre um acontecimento “improvável”, deixando para a posteridade “o que interessou aos interrogadores”.

“As fontes que existem dependem daqueles que a registaram, na objetividade e na subjetividade com que o fizeram”, acrescentou Marco Daniel Duarte.

Para este responsável, as notícias que começam a circular em 1917 fazem com que o acontecimento se torne “nacional e internacional”.

Entre as fontes, além dos interrogatórios aos videntes e das notícias, existem ainda registos fotográficos “desde a primeira hora” e a “correspondência epistolar”.

Em 1917, realçou o especialista, Fátima já era “tema do interesse dos que liam as páginas dos jornais” e até de debates no Parlamento.

Os últimos 100 anos geraram um “caudal de pensamento” sobre as Aparições, que precisa de ser analisado pelas “várias áreas do saber”.

No primeiro momento das Jornadas, destinada a profissionais de Comunicação no contexto do Centenário das Aparições e da visita do Papa Francisco, em maio deste ano, o bispo de Leiria-Fátima, D. António Marto, e o reitor do Santuário de Fátima, padre Carlos Cabecinhas, falaram sobre “os eixos teológicos da mensagem de Fátima”.

O Centro Pastoral de Paulo VI vai receber durante a tarde mais dois painéis, que incidem sobre “como comunicar Fátima”, com as intervenções do chefe de redação da Agência ECCLESIA, Octávio Carmo, e Paulo Agostinho, editor de Lusofonia e Internacional da Agência Lusa.

As primeiras Jornadas de Comunicação Social do Santuário de Fátima terminam com as conferências do porta-voz do Opus Dei em Portugal, Pedro Gil, e Carmo Rodeia, diretora de comunicação do santuário, que vão abordar “aspetos mais específicos” da visita do Papa Francisco, nos dias 12 e 13 de maio.

CB/OC

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Pe. Geovane Saraiva

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