quinta-feira, 31 de março de 2016

Fátima: Santuário inaugura visitas guiadas e temáticas às exposições temporárias

Fatima.pt

Exposição «Terra e Céu: peregrinos e santos de Fátima» teve, em média, 12 700 visitantes por mês

Fátima, Santarém, 31 mar 2016 (Ecclesia) - O Santuário de Fátima vai promover a partir deste sábado duas visitas guiadas às exposições temporárias, orientadas por um guia que estará disponível em dois períodos- 11h30 e 15h30- para acompanhar os peregrinos, anunciou hoje a instituição.

Estas visitas semanais, aos sábados, têm como objetivo primordial “contribuir ainda mais para qualificar a visita ao Santuário de Fátima, colocando ao serviço do peregrino guias que possibilitem uma experiência enriquecedora e complementar à experiência orante e celebrativa vivida em Fátima”, explicou à sala de imprensa do Santuário o diretor de Serviço de Estudos e Difusão, Marco Daniel Duarte.

A secção de Arte e Património do Santuário de Fátima adianta que todas as visitas serão realizadas por pessoas “habilitadas”, que fornecerão as informações necessárias para facilitar a compreensão e a interpretação dos conteúdos desenvolvidos na exposição.

Marco Daniel Duarte refere ainda que “o Santuário de Fátima é cada vez mais procurado por pessoas com cultura elevada, peregrinos que já se habituaram a encontrar aqui espaços de reflexão construídos a partir de linguagens contemporâneas usadas para transmitir os conteúdos da fé, da história e mensagem de Fátima”.

Dentro deste espírito, a partir do dia 4 de maio, o Santuário de Fátima organizará também as visitas temáticas, nas primeiras quartas-feiras de cada mês.

A exposição temporária do Santuário de Fátima - “Terra e Céu: peregrinos e santos de Fátima”- patente ao público no Convivium de Santo Agostinho, no piso inferior da Basílica da Santíssima Trindade, recebeu até à Páscoa 51 109 visitantes, uma média de 12 700 visitantes por mês.

A exposição está organizada em seis núcleos: “A luz de Cristo”, recebida pelo Batismo; “Os pés dos peregrinos”; “O alimento da jornada: a palavra e o pão repartidos; subir aos céus de Fátima: os Santos da Colunata do Santuário” e “Os Santos da Cova da Iria: Fátima, lugar de Santidade” e, finalmente, “ Cristo, prémio e coroa da vida”.

Tal como a entrada na exposição, todas as visitas guiadas e temáticas serão gratuitas, informa o Santuário.

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TENTATIVAS DE DEMONIZAR OS REFUGIADOS SÃO OFENSIVAS

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Secretário-geral das Nações Unidas lançou um apelo aos países para agirem de forma solidária, em nome da humanidade, acolhendo os refugiados sírios que enfrentam uma situação de desespero
Por Francisco Pedro
O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, deslocou-se a Genebra, na Suíça, para participar numa reunião sobre os refugiados sírios e deixou dois pedidos aos líderes mundiais: que sejam solidários, aceitando os que fogem da guerra, e tomem medidas para evitar o medo da população. «As tentativas de demonizar os refugiados são ofensivas e incorretas», disse o responsável.
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Ki-moon recordou que o acolhimento de refugiados pode ser um benefício para todos, desde que gerido de forma correta, pois os expatriados têm fama de ser empenhados «na educação e na auto-resiliência». E sugeriu algumas medidas a tomar, como o reassentamento ou admissão humanitária de refugiados, reunificação de famílias e oferta de oportunidades de trabalho ou de estudo.

O Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) calcula que 10 por cento dos refugiados sírios – cerca de 480 mil pessoas - precisam ser realojados ou admitidos noutro país. Mas até agora, as nações concordaram em receber apenas 179 mil pessoas. Para o responsável máximo da ONU, é um número pequeno, comparado com os milhões que estão na Turquia, no Líbano e na Jordânia.
Perante este cenário, Ban Ki-moon reiterou a necessidade de mais países abrirem as suas portas aos civis sírios, que enfrentam «uma situação de desespero», lembrando que hoje essas pessoas são refugiadas, mas amanhã podem ser estudantes, professores, cientistas ou investigadores.
Fonte: Fátima Missionária

Basílica do Pilar em Zaragoza foi pichada com frases anarquistas, denunciam

Por Blanca Ruiz


MADRI, 31 Mar. 16 / 01:30 pm (ACI).- Na manhã de ontem, a Basílica do Pilar em Zaragoza (Espanha) apareceu pichada com frases que apoiam os anarquistas que colocaram uma bomba neste templo em outubro de 2013.



Eles picharam na fachada principal da basílica: “Mónica e Francisco devem ser libertados já”, em referência aos anarquistas chilenos Francisco Javier Solar e Mónica Andrea Caballero que foram julgados por ter colocado uma bomba no templo, o qual causou graves danos materiais e feriu uma mulher.

Os responsáveis estão à espera de uma sentença.

O Arcebispado de Zaragoza denunciou este acontecimento à Polícia Nacional e esta imediatamente iniciou uma investigação.

Além disso, o Arcebispado apresentou uma denúncia e qualificou estes fatos como “ato vandálico” que atenta contra o patrimônio e que supõem uma “apologia de um ato terrorista”.

A bomba que os chilenos Solar e Caballero colocaram no dia 2 de outubro de 2013 na Basílica estava composta por uma bomba de gás e dois quilos de pólvora negra e um relógio ativador. Este explosivo foi colocado na nave central.

Há alguns anos, ambos foram julgados no Chile por uma série de atentados, mas saíram em liberdade, enquanto na Espanha foram julgados por Audiência Nacional também por pertencer à organização terrorista como integrantes do Comando “Insurreccionsita Mateo Morral’, o qual faz parte dos Grupos Anarquistas Coordenados (GAC) e a Federação Anarquista Informal/Frente Revolucionário Internacional (FAI/FRI).

A Basílica de Nossa Senhora do Pilar de Zaragoza é um dos templos mais importantes da Espanha. Além de ser um Patrimônio de Interesse Cultural, declarado pela Unesco, segundo a tradição, nos anos 40 a Virgem Maria apareceu ali em cima de uma coluna.

A partir dela construíram uma capela São Tiago Maior e os sete primeiros convertidos na cidade.

Renan disse que faltou inteligência: rompimento do PMDB com Dilma

Na última terça, PMDB decidiu romper oficialmente com o governo Dilma.

Para Renan, decisão 'precipitou reações' no PMDB, no governo e na oposição.
Do G1, em Brasília

O presidente do Senado Federal, Renan Calheiros (PMDB-AL), afirmo nesta quinta-feira (31) que decisão do PMDB de romper oficialmente com o governo da presidente Dilma Rousseff não foi um "movimento inteligente".

PMDB DEIXA GOVERNO

Na última terça-feira (29), o diretório nacional do PMDB decidiu, por aclamação, romper oficialmente com o governo Dilma. Na reunião, que durou menos de cinco minutos, também ficou decidido que os seis ministros do partido e os filiados que ocupam outros postos no Executivo federal deveriam entregar seus cargos.
"Evidente que isso [rompimento do PMDB] precipitou reações em todas as órbitas. No PMDB, no governo, nos partidos da sustentação, oposição, o que significa, em outras palavras, dizer, em bom português, que não foi um bom movimento, um movimento inteligente", afirmou o peemedebista.
Ao ser questionado sobre qual seria a situação do PMDB caso a presidente Dilma consiga uma "salvação" ao evitar o processo de impeachment que enfrenta no Congresso Nacional, Renan disse não acreditar que o partido passe a liderar uma corrende de oposição ao governo.
"A direção do PMDB, evidentemente, que fala pelo partido. Eu jamais, e considero incompatível com a função que exerço, fazer comentários em nome do PMDB. Mas eu não acredito que o PMDB, seja qual for o cenário, vá liderar uma corrente de oposição no Parlamento. A maioria parlamentar está tão difícil e será muito mais difícil ainda se dela se ausentar, se afastar o PMDB", disse o presidente do Senado.

Em comissão, ministro da Fazenda diz que governo não cometeu crime

Ele disse que decretos que são alvo de contestação respeitaram a lei.
Nelson Barbosa deu explicações à comissão que analisa o impeachment. 
Nathalia Passarinho
Do G1, em Brasília

Chamado a falar em defesa da presidente Dilma Rousseff na comissão do impeachment, o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, afirmou nesta quinta-feira (31) que o governo fez o “maior corte da história” em 2015 e não pode ser acusado de cometer crime de responsabilidade nem “irresponsabilidade fiscal”. O ministro foi escalado para falar em defesa de Dilma no colegiado que dará parecer pela instauração ou não do processo de afastamento.
“No ano passado, o governo fez o maior contingenciamento da história. Não há que se falar de flexibilidade fiscal, de irregularidade fiscal ou de crime de responsabilidade fiscal no momento em que o governo fez o maior contingenciamento da história”, disse.

comissão na câmara
Nelson Barbosa afirmou ainda que a comissão do impeachment deve se ater a denúncias relacionadas ao atual mandato da presidente Dilma Rousseff. O pedido de abertura de impeachment leva em conta atos cometidos em 2014, último ano do primeiro mandato, e 2015, primeiro ano do segundo mandato.
“Essa comissão deve averiguar fatos decorrentes do atual mandato. Dentre os fatos apontados no atual mandato as indagações dizem respeito a dois temas principais: uma suposta edição de decretos de crédito suplementar em desacordo com a legislação vigente e a realização ou não de alguns atos fiscais ao longo de 2015 que estaria em desacordo com o entendimento do Tribunal de Constas da União”, disse Nelson Barbosa, para logo acrescentar que, na visão dele, os decretos respeitaram a legislação e os “atos fiscais” estavam de acordo com o entendimento do TCU vigente na ocasião.
“Vou mostrar que esses atos estavam de acordo com o entendimento do TCU na época em que eles foram praticados. Uma vez mudado o entendimento, também mudaram os atos”, completou.
Nelson Barbosa afirmou  ainda que a edição de decretos de crédito suplementar pela petista, sem autorização do Congresso, respeitou a Leo Orçamentária de 2015. De acordo com ele, os créditos extras não aumentaram o “limite global” de gastos do governo.
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Uma das principais denúncias do pedido de afastamento da presidente é de que ela teria editado decretos para liberar R$ 2,5 bilhões em crédito extra, no ano passado, sem aval do Congresso Nacional. A justificativa para liberar o dinheiro foi “excesso de arrecadação”, mas o país terminou o ano com déficit de mais de R$ 117 bilhões.
“Nenhum dos seis decretos mencionados no processo de impeachment modificou a programação financeira de 2015. Nenhum modificou o limite global de gasto do governo. Sobre os decretos em si gostaria de esclarecer que a edição desses decretos está em acordo com a legislação vigente e a LOA de 2015. No inciso 4º da LOA há uma série de especificações e regras para abertura de crédito suplementar. E todos os decretos foram amparados por pareceres técnicos do Ministério do Planejamento”, disse o ministro da Fazenda.
Ele destacou ainda que parte dos recursos liberados por Dilma atenderam a outros Poderes, principalmente ao Judiciário.
“Algumas dessas suplementações decorrem de pedidos feitos por outros poderes, principalmente do Poder Judiciário. Há um da Justiça Eleitoral para realizar concursos públicos para analistas e técnicos judiciários, com base em excesso de arrecadação em inscrições em concursos públicos. Houve uma receita maior na arrecadação do Poder Judiciário e o Poder Judiciário pediu para utilizar.”
Nelson Barbosa também dedicou tempo para explicar as chamadas “pedaladas fiscais”- prática que consistia em atrasar os pagamentos do Tesouro Nacional a bancos públicos, para melhorar temporariamente a situação fiscal do país. Por causa do atraso nos repasses, BNDES e Caixa Econômica Federal tiveram que desembolsar recursos próprios para pagar programas sociais, como o Bolsa Família.
Para Nelson Barbosa, essa prática estava de acordo com o entendimento do Tribunal de Contas da União que vigia na época. O ministro da Fazenda também destacou que o atraso no pagamento foi implementado, segundo ele, “corretamente”, no governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
“O governo questionou o posicionamento do TCU nos trâmites legais. A partir do momento em que o posicionamento ficou final, o governo pagou todos os valores de exercícios anteriores do TCU. Com base nesses fatos, considero não haver base legal para o pedido de impedimento da presidente da República.”
Professor da UERJ
Após a fala de Nelson Barbosa, o professor de Direito Financeiro da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) Ricardo Losi Ribeiro começou sua exposição. assim como o ministro da Fazenda, ele também foi chamado a falar pelo governo.
O professor afirmou considerar que a comissão do impeachment não pode tratar de acusações referentes ao primeiro mandato de Dilma, porque o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), ao autorizar o início do processo, se baseou apenas nos pontos da denúncia que se referem a 2015.
“É preciso lembrar que a decisão do presidente da Câmara limitou a decisão da comissão ao atual mandato de 2015. Portanto, está fora desse processo outras condutas indicadas na peça do jurista. Certamente essa decisão não se trata mais de uma discussão sobre se o mandato anterior deve ou não ser considerado, mas do escopo da decisão do presidente da Câmara. Se esta Casa tratar de fatos anteriores, estará julgando em desacordo com a Constituição, em desacordo com a lei do impeachment”, disse.
O professor afirmou que o descumprimento da meta fiscal inicial do governo para 2015 e a edição de créditos suplementares não podem ser considerados crimes, porque o Congresso Nacional aprovou no final daquele ano revisão da meta e autorizou rombo de R$ 119, 9 bilhões. Para ele, o Congresso convalidou os atos fiscais do Executivo.
“No momento em que ela manda para o Congresso [e o Congresso aprova] mudança na meta, aquela condição está convalidando todos os decretos editados no ano de 2015. Se não considerássemos essa atuação como válida, estamos considerando que a lei que o Congresso Nacional aprovou tem os mesmos vícios que o decreto que ela convalidou. Não quero crer que essa Casa tenha sido chantageada, para aprovar qualquer norma nesse sentido. Quero crer que o Congresso cumpriu com sua responsabilidade”, disse o professor.
Bate-boca
No início da exposição do professor, o deputado Júlio Lopes (PSB-RJ) questionou se ele era professor titular ou adjunto da UERJ. O questionamento gerou um princípio de bate-boca com deputados petistas que defenderam respeito a Ricardo Losi Ribeiro.
Em seguida, o professor afirmou que não estava na comissão para falar em defesa de Dilma e que isso cabe à Advocacia-Geral da União, o que gerou novos protestos de Júlio Lopes, para quem a AGU defende a “União” e não a presidente.
A manifestação do deputado do PSB gerou novo bate-boca em plenário. O deputado Wadih Damous (PT-RJ) e o presidente da comissão do impeachment, Rogério Rosso (PSD-DF), destacaram que o professor tem direito  de dar sua opinião livremente, como convidado do colegiado.
Sobre as "pedaladas fiscais", o professor da UERJ afirmou que o pedido de impeachment é evasivo quanto à ocorrência dessa manobra em 2015.
“A parte da denúncia que fala de pedalada em 2015 não diz muita coisa. A parte da decisão do presidente da Câmara sobre pedalada em 2015 também não diz muita coisa. Diz que teve pedalada em 2015, mas não descreve minimamente a ação da presidente da República. E não descreve porque esse ato não é da competência da presidente da República.”
Ricardo Losi encerrou a fala dizendo que o Congresso Nacional “não está autorizado” a afastar Dilma, porque não houve, segundo ele, crime de responsabilidade. Para o professor, “falta de apoio parlamentar, impopularidade, ou o conjunto geral da obra, não alicerça pedido de impeachment, como bem esclareceu o ministro Marco Aurélio Mello no dia de ontem”.
“Nos dois casos, tanto nos decretos quanto nas pedaladas, temos uma virada jurisprudencial do TCU. Ainda que considerássemos que a virada foi positiva, evidentemente que o novo entendimento só pode ser adotado em relação ao futuro. Me parece que nenhum dos atos apontados na peça dos juristas e que foi admitido pelo presidente da Câmara dos Deputados constitui crime de responsabilidade. Por essas razões, não está autorizado o parlamento a destituir o mandato da presidente da República”, disse.

Jurista defende Dilma na comissão

Ele disse que "não se pode afirmar que a meta fiscal de 2015 não foi cumprida".

O professor de Direito Tributário da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), Ricardo Lodi Ribeiro, defendeu a presidente da República, Dilma Rousseff, na comissão de impeachment. Ele disse que "não se pode afirmar que a meta fiscal de 2015 não foi cumprida" porque ela foi chancelada pelo Congresso, que aprovou o projeto de lei que alterou a meta fiscal. "Quero crer que o congresso cumpriu com a sua responsabilidade como sempre fez e não se pode afirmar que a meta de 2015 não foi cumprida", disse.

Assim como o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, o jurista começou sua fala explicando os decretos de créditos suplementares. Ele lembrou que Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) prevê relatórios bimestrais e o cumprimento da meta fiscal para o ano e lembrou que era possível prever que os relatórios já demonstravam que a situação não era favorável, mas defendeu o governo ao afirmar que foram realizados contingenciamentos ao longo de 2015. "Não há qualquer irregularidade", defendeu. 

Na avaliação do jurista não há crime de responsabilidade, portanto, o Parlamento não pode julgar um processo de impeachment. "Falta de apoio parlamentar e impopularidade, o conjunto geral da obra, não alicerça pedido de impeachment", enfatizou.



Exigências do TCU

A fala do jurista contou com argumentos muito parecido com os usados pelo ministro da Fazenda. Ambos afirmaram que o governo cumpriu as exigências feitas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) depois que elas se tornaram decisões formais. "Naquele momento em que os atos foram praticados, aquela era a pratica referendada pelo TCU e pelo Congresso em vários governos da República", justificou. 

Ele lembrou ainda que o Congresso aprovou a alteração da meta através do PLN 5. "No momento em que a presidente manda ao Congresso um projeto propondo a alteração da meta, aquela condição de cumprimento da meta que vai ser verificada ao final do ano, convalida todos os decretos, ou então verificamos que o Congresso tem os mesmos vícios", disse. 



Pedaladas

Sobre as chamadas "pedaladas fiscais", o jurista defendeu mais uma vez as decisões tomadas pela presidente e por sua equipe econômica. Entre os argumentos, Ribeiro afirmou que é preciso lembrar que a lei dos crimes de responsabilidade não tipifica a violação da LRF. "O que se pune é o atentado à lei de orçamento" disse. 

O professor isentou ainda a presidente Dilma de irregularidades no Plano Safra. De acordo com ele, esses não são atos de sua competência e essas operações de crédito são de responsabilidade do Conselho Monetário Nacional (CMN). "Aqui estamos analisando atitudes praticadas dolosamente pela presidente da República, não há aqui aplicação de sanção a atos praticados por seus subordinados", afirmou. 

Ainda no início de sua fala, Ribeiro afirmou que estava presente para contribuir e não para julgar a presidente Dilma Rousseff. "Não estou aqui para defender a presidente Dilma", disse. 



Confusão

O inicio da fala do jurista foi conturbado tanto pelos deputados governistas quanto pelos oposicionistas. Os deputados da oposição questionaram a presença do jurista, que é sócio do escritório do qual fez parte o ministro Luís Roberto Barroso, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). "Não estou aqui como sócio e sim como professor adjunto da UERJ", disse. 

Em meio a ânimos exaltados, o presidente da comissão, deputado Rogério Rosso (PSD-DF), chegou a oferecer uma bíblia, que está na mesa da comissão, para consulta por parte dos parlamentares. "A bíblia está aqui para este momento de dificuldade", afirmou. 

Assim como durante a fala de Barbosa, o jurista recebeu mais cinco minutos para fazer suas explanação. O tempo inicial de cada convidado é de 30 minutos.
Agência Estado

Nova missão no Brasil, na fronteira entre a Colômbia e a Venezuela

As Filhas de Santa Maria da Providência conhecidas como Guanellianas devido ao nome de seu fundador, o sacerdote italiano São Luís Guanella, abrirão uma missão numa das regiões da Amazônia mais pobres de recursos naturais e mais ignoradas pelas autoridades públicas
cidade de cucuí
As Filhas de Santa Maria da Providência – segundo informou a agência FIDES – conhecidas como Guanellianas devido ao nome de seu fundador, o sacerdote italiano São Luís Guanella, abrirão uma missão numa das regiões da Amazônia mais pobres de recursos naturais e mais ignoradas pelas autoridades públicas. As religiosas aceitaram o convite do Bispo da diocese de São Gabriel da Cachoeira, Dom Edson Taschetto Damian.
A superiora da Província guanelliana de Nossa Senhora Aparecida visitou a região em setembro passado. Três religiosas, depois de realizarem um curso em Manaus sobre a cultura local, foram até Cucui, na diocese de São Gabriel da Cachoeira, para dar início à nova missão.
A diocese se encontra numa região do norte do Brasil que faz fronteira com a Colômbia e a Venezuela. Na região em que trabalharão as religiosas guanellianas, se pode chegar somente de barco, depois de uma travessia muito longa no rio. Entre os maiores problemas desta região, estão os obstáculos naturais e o clima desfavorável, a distância dos centros habitados e o abandono por parte do Estado. A população, cerca de 37 mil habitantes num território de 109.181 km2, sobrevive com a agricultura.
Zenit

As provas da ressurreição

Meditação diária da Palavra de Deus – Lc 24, 35-48
meditacao
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Leitura
O Evangelho nos faz assistir a uma das aparições “oficiais” de Cristo Ressuscitado aos Apóstolos. Enquanto os dois discípulos que voltaram de Emaús estão contando o que lhes aconteceu ao longo do caminho e à mesa, quando reconheceram Jesus ao partir o pão, o próprio Cristo aparece no meio deles e diz: “A paz esteja convosco”. Os sentimentos se sobrepõem: primeiro o susto, como se tivessem visto um fantasma; depois, a confusão, a dúvida no coração e, finalmente, a alegria. Eles experimentam descrença e alegria juntas. É a experiência que vivemos nós também quando, de surpresa, depois de anos, vemos de repente um ente querido e não podemos deixar de dizer: “Não acredito nos meus olhos”! Jesus desfaz, uma após a outra, as razões das suas dúvidas. Para convencê-los, Ele os manda tocar em suas chagas e chega a comer diante de seus olhos: é Ele mesmo, o Crucificado, de volta à vida! Em seguida, Ele aponta nas Escrituras tudo o que lhe dizia respeito e que foi realizado.
Meditação
A morte e ressurreição de Jesus são o núcleo essencial da fé pregada pelos Apóstolos a todas as nações para a sua conversão e o perdão dos seus pecados. Os Apóstolos ainda estavam decepcionados com o aparente fracasso do Mestre, desanimados com o colapso dos seus projetos messiânicos, quando Jesus, manifestando-se, os convida ao novo mundo da ressurreição, acessível apenas pela fé. O Mestre usa uma linguagem dupla: a dos sentidos e a da fé. Olhar, ver, tocar e comer indicam que o seu corpo não é só visível, mas também palpável, em carne e osso. Mas o simples tocar não significa entender. É por isso que Jesus recorda as palavras que dizia quando ainda estava com eles e acrescenta o testemunho da Escritura em suas três partes constitutivas: o Pentateuco de Moisés, os Profetas e os Salmos. Ele explica o passado e anuncia o futuro, “a conversão e o perdão dos pecados, pregados em seu nome a todas as nações”. Jesus é o Crucificado Vivo, não um morto; Ele é livre para ir e vir, para se mostrar onde quer; Ele fala e ensina, dá ordens e dirige a ação do testemunho. Não é só espírito, mas ser total e vivente, não mais limitado pelos nossos condicionamentos. Esta manifestação pascal de Cristo é também o firme fundamento da nossa esperança: se o Ressuscitado não é um fantasma nem uma ilusão, então a nossa esperança não é em vão.
Oração
Senhor Jesus, Ressuscitado dos mortos, abre as nossas mentes para que entendemos as Escrituras e nos alegramos com gratidão e amor pelo grande mistério que se realiza em ti para a nossa salvação.
Ação
Comprometamo-nos a ajudar os gravemente doentes e incapacitados: a fé no Senhor Ressuscitado os ajude a aceitar ativamente a sua condição desafiadora.
Zenit

Paz na Terra Santa, na mensagem de Páscoa dos patriarcas

Representantes das Igrejas cristãs na Terra Santa pedem a paz para os lugares de Jesus, além de acolhimento aos refugiados
Old City from the Mount of the Olives
WIKIMEDIA COMMONS
Paz na Terra Santa e o acolhimento de refugiados: estas são as duas temáticas destacadas da mensagem que os patriarcas e líderes das Igrejas locais de Jerusalém divulgaram por ocasião da Páscoa. As assinaturas dos três patriarcas, o latino Fouad Twal, o ortodoxo armênio Norhan Manougian e o ortodoxo grego Teófilo III, se juntam às do Custódio da Terra Santa, pe. Pierbattista Pizzaballa, e às dos responsáveis locais por outras nove confissões cristãs em Jerusalém.
“O sofrimento e a agonia do homem são transformados em alegria graças à Cruz de Cristo, na qual as realidades humanas e divinas se encontram e da qual Jesus triunfou sobre a morte e o sofrimento. O sepulcro vazio, aqui em Jerusalém, representa a esperança divina para toda a criação”.
A ressurreição acontece para ser mensagem de salvação a todas as pessoas e “nos convida a considerar com compaixão e misericórdia o sofrimento e a dor de muitas pessoas no mundo”. Daí a esperança de se construírem “pontes para que a compreensão, a amizade e o acolhimento se tornem uma realidade para o bem dos que sofrem, daqueles cuja dignidade é ofendida e que estão expostos a grandes sofrimentos”.
A oração dos patriarcas também pede que “o poder da luz resplandecente da Páscoa brilhe em todos os lugares” afetadas pela guerra e “abra os olhos e os corações de todo o mundo para estas realidades”. Eles se referem, em particular, aos lugares onde Jesus viveu e pregou: “A cidade de Jerusalém como cidade da Ressurreição é a cidade da esperança para a Terra Santa e para o mundo inteiro. Hoje, a nossa esperança é a de uma paz justa para o povo da Terra Santa e de todo o Oriente Médio. Jerusalém merece viver em paz e se tornar uma cidade em que o povo de Deus viva junto, respeitando todo ser humano”.
Zenit

Táxi Teerã

Táxi TeerãTítulo original: Taxi
Neste falso documentário, o diretor Jafar Panahi instala câmeras dentro de um táxi e começa a dirigir pelas ruas de Teerã pegando clientes e conversando com eles ao longo dos trajetos. Entre os assuntos, humor e drama se misturam nas discussões sobre a política nacional, os costumes locais e a liberdade de expressão no cinema.
Legenda: Legendado
País: Irã
Ano: 2015
Gênero: Drama
Classificação: 10
Direção: Jafar Panahi
Elenco: Jafar Panahi
Duração: 1h26min.

Mostra homenageia a Imperatriz Teresa Cristina

Nunca antes expostas, as peças integram a exposição temporária Teresa Cristina: A Imperatriz Arqueóloga.

Um conjunto de 90 peças do mais importante acervo de arqueologia greco-romana da América do Sul poderá ser visto pelo público a partir de amanhã (1º). Nunca antes expostas, as peças integram a exposição temporária Teresa Cristina: A Imperatriz Arqueóloga, que será inaugurada, para convidados, hoje (31), no Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, zona norte do Rio.

A mostra homenageia a Imperatriz Teresa Cristina Maria de Bourbon (1822-1889), esposa de Dom Pedro II e grande responsável pela formação da coleção de Arqueologia Clássica do museu, atualmente vinculado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Com cerca de 700 objetos, a Coleção Teresa Cristina tem parte de seu acervo em exposição permanente no museu e o restante, mantido na reserva técnica da instituição.

"Pretendemos com essa exposição valorizar a contribuição cultural da Imperatriz Teresa Cristina. Ela sempre foi vista como uma pessoa apagada, voltada para o marido e a família. Na verdade, ela tinha um grande interesse pela arqueologia, anterior a sua chegada ao Brasil", explica uma das curadoras da mostra, a arqueóloga e pesquisadora do Museu Nacional Sandra Ferreira.

Provenientes de escavações ou achados fortuitos em vários sítios arqueológicos da Itália, algumas das peças da Coleção Teresa Cristina vieram para o Brasil com a própria imperatriz, como parte de seu dote, por ocasião de seu casamento com Dom Pedro. A maior parte da coleção, no entanto, foi enviada posteriormente pelo irmão de Teresa, Ferdinando III, rei das Duas Sicílias.

Mesmo distante de seu país natal, a imperatriz brasileira incentivou os trabalhos que recuperaram peças das antigas civilizações que habitaram o território italiano. "Teresa Cristina financiou pesquisas arqueológicas em suas propriedades em Veios, uma antiga cidade etrusca da Itália. Ela e Dom Pedro II foram juntos às escavações".



Peças

Objetos de uso cotidiano, como vasos, estatuetas e utensílios domésticos predominam na Coleção Teresa Cristina. Muitas peças remontam às cidades de Pompéia e Herculano, destruídas pela erupção do vulcão Vesúvio, no ano 79 da era cristã.

Devido à contribuição da imperatriz, o Museu Nacional é detentor da mais importante coleção arqueológica greco-romana do continente sul-americano. Sandra Ferreira admite que esse acervo precisa ser mais valorizado pelo público que visita o museu e aponta um motivo para esse relativo desconhecimento: "O acervo arqueológico está exposto próximo à coleção egípcia, com suas múmias, e aos dinossauros, que sempre despertaram mais atenção dos visitantes".

A exposição Teresa Cristina: a Imperatriz Arqueóloga ficará em cartaz até setembro e pode ser visitada de terça-feira a domingo, das 10h às 17h, e às segundas-feiras, das 12h às 17h. Os ingressos custam R$ 6, a inteira, e R$ 3, a meia-entrada. Crianças até 5 anos e pessoas com deficiência têm gratuidade.
Agência Brasil

Igreja corta procissão e oração de mão dada

Igreja diz que as mudanças colaboram com a sociedade e visam à diminuição do contágio pelo vírus.
O surto de H1N1 vai provocar mudança no ritual litúrgico das celebrações católicas de onze cidades do Vale do Paraíba. A Diocese de Taubaté decidiu nesta quarta-feira (31) ordenar a suspensão da saudação (abraço) da paz, da entrega de hóstia na boca do fiéis, da oração de mãos dadas e da procissão do ofertório em todas as missas. A meta é reduzir o contato entre as pessoas.
Na mesma linha, outra mudança na tradição sugerida é que visitas de leigos e religiosos aos enfermos tenham cuidados especiais. Além disso, todos os ambientes onde ocorram celebrações e reuniões deverão apresentar a maior ventilação possível.
No documento, assinado pelo bispo diocesano d. Wilson Luís Angotti Filho, a Igreja afirma que as mudanças colaboram com a sociedade e visam à diminuição do contágio pelo vírus da gripe. A circular foi endereçada aos párocos de Taubaté, Pindamonhangaba, Caçapava, São Bento do Sapucaí, Santo Antônio do Pinhal, Campos do Jordão, São Luiz do Paraitinga, Natividade da Serra, Jambeiro, Redenção da Serra e Tremembé. 
Em 2009, na pandemia mundial, outras dioceses paulistas já haviam proposto as mesmas restrições. Em Taubaté, há 13 casos suspeitos de H1N1. 
Agência Estado

Amoris Laetitia será o título da Exortação Apostólica sobre a Família do Papa Francisco

Dia 8 de abril de 2016 será apresentado e publicado o documento papal que segue os sínodos de 2014 e 2015
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Foto: ZENIT
Se intitulará Amoris Laetitia a exortação pos-sinodal do Papa Francisco e a publicação sairá na sexta-feira 8 abril. O anúncio foi dado esta manhã pelo porta-voz vaticano, pe. Federico Lombardi, durante uma coletiva de imprensa improvisada com os jornalistas credenciados na Sala de Imprensa da Santa Sé.
O documento muito esperado, que vai tirar as conclusões das duas assembleias sinodais sobre a família de 2014 e 2015, será apresentado durante uma coletiva de imprensa na sexta-feira, 8 de abril às 11h30, na Sala de Imprensa do Vaticano.
Estarão presentes para a ocasião: Cardeal Lorenzo Baldisseri, secretário-geral do Sínodo dos Bispos; o cardeal arcebispo de Viena, Christoph Schönborn; o Professor Francesco Miano, docente de filosofia moral na Universidade de Roma Tor Vergata, ex presidente nacional da Ação Católica; a professora Giuseppina De Simone (esposa de Miano), professora de filosofia na Faculdade Teológica do Sul, com sede em Nápoles.
A coletiva de imprensa terá tradução simultânea em italiano, Inglês e Espanhol e será transmitida em streaming pelo site http://player.rv.va.

Vítimas de abusos encontrarão o Papa em 1º de maio

2016-03-31 Rádio Vaticana

Cidade do Vaticano (RV) – Voluntários engajados na proteção de menores, famílias que tiveram seus filhos abusados e vítimas de pedofilia vão participar, no dia 1º de maio, do XX Dia das crianças vítimas da violência, que – por iniciativa da associação Meter – será celebrado na Praça São Pedro, no encontro para a oração do Regina Caeli com o Papa Francisco.

“Convidamos todos – declarou o Padre Fortunato Di Noto, fundador da ONG – a unirem-se a nós neste Dia na Praça São Pedro. Dirijo-me aos romanos e a todos os que têm no coração a vida das crianças e que vencem o clima de indiferença que muitas vezes domina situações dramáticas vividas pelas crianças”.

O sacerdote siciliano destaca: “As crianças são abusadas por todos, não há uma categoria social específica. São devastadas em sua intimidade e seus corpos são objeto do tráfico e do mercado. Assim, não podemos tolerar esta absurda comercialização, que encontra na Internet canais de difusão inimagináveis e lucrativos. Unamo-nos e ajamos juntos pelo bem dos menores”, conclui. 

(CM)

(from Vatican Radio)

Ministros do PMDB tentam ficar nos cargos

Partido ocupa os Portos, Minas e Energia, Agricultura, Saúde, Ciência e Tecnologia e Aviação Civil.
A imposição do diretório nacional do PMDB para seus membros deixarem os cargos no governo Dilma Rousseff foi ignorada nesta quarta-feira, 30, pelos ministros da legenda. A moção aprovada anteontem determinava a "imediata saída". A tendência, contudo, é de que os peemedebistas, que atualmente ocupam o primeiro escalão do governo, coloquem nas mãos de Dilma a decisão sobre a permanência nos cargos.
Esse entendimento foi discutido ontem em encontro realizado entre a presidente e alguns dos ministros do partido, que pretendem ficar no governo. "Hoje (ontem) nós discutimos com a presidenta e fizemos algumas avaliações do cenário. Voltaremos a ter um encontro com ela até sexta-feira para dialogar sobre esse tema", afirmou ao Estado o ministro dos Portos, Hélder Barbalho.
O ministro é filho do senador Jader Barbalho (PA), fundador do PMDB e um dos principais críticos à decisão pelo desembarque. Sobre a influência que a decisão do PMDB terá na permanência dos ministros, Hélder respondeu: "Pergunte para quem esteve lá, eu não estive".
Entre os critérios que deverão ser pesados na decisão de Dilma pela manutenção dos ministros do PMDB está o potencial de votos de cada um contra o processo de impeachment. Segundo integrantes do governo, até sexta-feira, a presidente também deverá ter definido o mapa de um novo bloco de apoio de partidos da base aliada. Entre as siglas que podem ter os espaços ampliados com os ministérios do PMDB estão PP, PR e PSD.
Além do ministério de Portos, o PMDB comanda atualmente as pastas de Minas e Energia, Agricultura, Saúde, Ciência e Tecnologia e Aviação Civil. Na véspera do encontro do diretório do partido, Henrique Eduardo Alves, indicado pelo vice-presidente Michel Temer, deixou o Turismo.

Mensagens
Num tom acima do adotado pelo ministro Hélder Barbalho, a ministra Kátia Abreu (Agricultura) recorreu ontem às redes sociais para dizer que também não pretende deixar o governo. As mensagens foram publicadas instantes depois de uma foto publicada no site do jornal Folha de S.Paulo flagrar uma troca de mensagens entre ela e um interlocutor. O texto dizia que ela e mais cinco ministros do PMDB ficariam no governo depois de se licenciarem do partido. 
Pessoas próximas da ministra informaram à reportagem que ela não manifestou desagrado com o vazamento da mensagem e que até riu da situação. "Continuaremos no governo e no PMDB. Ao lado do Brasil no enfrentamento da crise", escreveu a ministra no Twitter. "Deixamos a presidente à vontade caso ela necessite de espaço para recompor sua base", afirmou. "O importante é que na tempestade estaremos juntos", concluiu.
Os ministros peemedebistas também procuraram o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que conversou separadamente com Eduardo Braga (Minas e Energia), Marcelo Castro (Saúde), Kátia Abreu e Helder Barbalho, horas depois do encontro do diretório nacional. "Eles próprios não tinham ainda definido o que fariam. E ficaram, segundo me disseram, de conversar com a presidente da República, que ao final e ao cabo é quem cabe dizer se eles vão ficar ou sair", afirmou Renan.
Agência Estado

ORAÇÃO Leitura orante: Cristo Ressuscitado em Emaús

Está difícil orar sozinho(a)? Então confira este exemplo prático em 4 passos
Richard Fleetwood  COMUNIDADE SHALOM  30 DE MARÇO DE 2016

emmaus
Nicku

O método da Lectio Divina consiste em quatro partes: leitura, meditação, oração e contemplação. Para que o seu Estudo Bíblico seja frutuoso você precisa da graça de Deus e de disposição da sua parte, não lendo apressadamente, não meditando superficialmente, não orando só com os lábios, enfim, deixando que o Espírito aja.

Da parte de Deus, sua graça nunca falta, pois Ele é fiel e sempre cumpre o que promete. Então, faça parte, dedique um tempo de mais ou menos uma hora para Ele, sem preocupar-se com outra coisa a não ser o “permanecer com a Palavra do Senhor”.

Tome o trecho dos discípulos de Emaús, narrado em Lucas 24,13-35. Leia-o com atenção, pelo menos cinco vezes, à meia voz. Depois, leia-o novamente, em silêncio, meditando no que o Senhor lhe diz.

Partilhemos um pouco sobre o texto. Muitos versículos certamente lhe chamaram a atenção. Os discípulos estavam conversando sobre Cristo, mas isso os deixava tristes, “com o rosto sombrio” (v. 17). No final da conversa, sobre o mesmo assunto, “seus corações ardiam” (v. 32). Como isso aconteceu? Muitas vezes isso pode ocorrer conosco. Apesar de estarmos lendo ou conversando sobre Cristo, nosso coração está triste, sem perspectivas, desanimado. Outras vezes – e você mesmo já deve ter experimentado – ao lermos um trecho bíblico, nosso coração arde, inflama-se de amor e de desejo de servir a Deus. As razões desta mudança, a meu ver, só dependem de nós.

No caso dos discípulos de Emaús, eles foram “insensatos e lentos de coração para crer em tudo o que os profetas anunciaram” (v. 25). Eles não acreditaram nas palavras dos profetas e na do próprio Cristo, que havia anunciado a necessidade do sofrimento que Ele iria passar antes de entrar na glória. Também foi importante o testemunho de alguém que lhes explicasse as Escrituras (no caso o próprio Jesus). Muitas vezes desprezamos os ensinos, palestras e cursos por acharmos que já sabemos o suficiente. No entanto, uma palavra inspirada pode ser o que falta para uma conversão profunda.

Outro ponto importante neste trecho é a sua associação com a missa, e as duas liturgias: a da Palavra e a sacramental ou eucarística. É o mesmo Cristo que se oferece e que os restaura. Eles, porém, só o reconheceram “ao partir o pão” (v. 30-31). No fim, eles se sentem impelidos a anunciar (it missa est) aos outros companheiros que Jesus havia aparecido a eles. A alegria do encontro faz aumentar a fé da comunidade que confirma: “É verdade! O Senhor ressuscitou…” (v. 34).

Faça sua oração a partir do versículo 29:
“Permanece conosco, pois cai a tarde e o dia já declina”. Fica, Senhor, neste tempo de provação, pois já não enxergo tão bem. Fica comigo, Senhor, pois parece-me o fim, mas na verdade são apenas nuvens que escurecem o céu da minha vida. Ajuda-me, Senhor, a crer e confiar em tuas palavras e nas de teus profetas que continuam a falar hoje.

Obrigado por tantos testemunhos daqueles e daquelas que nos transmitiram a fé. Que eu seja também um mártir, isto é, uma testemunha fiel até a prova do sangue, se for preciso. Obrigado, Senhor, pelo inestimável sacramento da Eucaristia, o maior presente que nos deixaste, pois és tu mesmo! Obrigado pelos teus sacerdotes que consagram o pão e o vinho para se tornarem teu corpo e sangue. Envia, Senhor, mais santos sacerdotes para a tua messe.

Continue em oração, suplicando que o Espírito Santo complete a obra iniciada. Receba Jesus espiritualmente e fique com Ele! Não há nada mais sublime que este encontro místico do Senhor do universo com sua pobre mas tão amada criatura. Ele te escolheu! Aceite-o! Ame-o!

Menina de 5 anos, ficando cega, vai realizar seu sonho: ver pessoalmente o papa Francisco

 ALETEIA TEAM  30 DE MARÇO DE 2016
lizzy
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Lizzy Myers © Roma Today

O papa Francisco é, de modo muito especial, uma das pessoas que ela mais deseja ver pessoalmente antes de perder por completo a visão. A pequena Elizabeth Myers, ou Lizzy para os mais próximos, tem 5 anos de idade e vive no seu Estado norte-americano natal de Ohio, junto com a irmãzinha de 3 anos e os pais de origem italiana.

Desde que nasceu, Lizzy trava uma batalha, cruel e inútil, contra uma doença genética rara, a síndrome de Usher, que a condena a uma cegueira inevitável.

Antes que os seus olhinhos fiquem velados irremediavelmente e para sempre, porém, o papa Francisco a receberá no Vaticano hoje, 30 de março: Lizzy será abraçada pelo Santo Padre, que, com seu carinho de vovô já reconhecido pelo mundo inteiro, lhe dará coragem para continuar enfrentando esse desafio tão incompreensível.

A propósito: não custa lembrar que o próprio papa Francisco afirmou recentemente que nunca conseguiu entender por que as crianças sofrem. Este sempre foi um dos mistérios mais densos e até revoltantes do ponto de vista humano a respeito de Deus, porque é aparentemente incompatível e irreconciliável com um Deus bom e justo. Francisco tinha se manifestado sobre este mistério ao responder à pergunta de uma criança, que queria saber qual é o milagre que o papa gostaria de fazer. Ele disse:

“Curaria todas as crianças. Eu ainda não consegui entender por que as crianças sofrem. Para mim, é um mistério. Eu não sei dar uma explicação… Eu rezo fazendo a Deus esta pergunta: por que as crianças sofrem? A minha resposta para a dor das crianças é o silêncio, ou alguma palavra que nasce das minhas lágrimas. Eu não tenho medo de chorar. Você também não precisa ter”.

A visão da pequena Lizzy se degrada sem volta atrás e a família tomou a decisão de lhe oferecer o desejado encontro pessoal com o papa Francisco no Vaticano – um desejo que a menina manifesta com frequência!

Ontem, 29 de março, Lizzy e sua família chegaram a Roma a bordo de um voo gratuitamente oferecido pela companhia aérea Turkish Airlines: o sonho estava se tornando realidade!

Na capital da Itália, toda a família está recebendo as atenções dos voluntários da Unitalsi, uma associação católica italiana de ajuda a peregrinos e doentes e que é a coluna vertebral deste comovente projeto.

As autoridades do Vaticano informaram, ontem, que “o Santo Padre ficará encantado de encontrar a pequena Lizzy ao final da audiência desta quarta-feira, 30 de março”: uma graça que, no geral, é muito difícil de oferecer a todos os fiéis.

Mas por que uma menininha de uma distante localidade da América do Norte deseja tanto que uma das últimas imagens gravadas em seus olhinhos doentes seja a do papa Francisco?

O que impressionou Lizzy, segundo seus parentes, foram a sinceridade e o caráter paternal do diálogo entre o papa e as crianças e jovens.

Francisco é reconhecido como um líder mundial que, não satisfeito com a renovação apenas da Igreja católica, também tem revolucionado a maneira de dialogar com gerações de jovens que, independentemente de religião ou ideologia, valorizam o seu estilo aberto e transparente, a sua priorização da espontaneidade sobre o protocolo, a sua recusa aos privilégios, as suas palavras de misericórdia e perdão, a sua proximidade das pessoas de todas as classes sociais, a sua atenção concreta e não apenas discursiva pelos pobres, pelos doentes e por todos os que sofrem – como a pequena Lizzy, que, embora tenha os olhinhos do corpo condenados a uma revoltante escuridão, mantém os olhos da alma brilhantes e vívidos, capazes de enxergar o que muitos adultos têm debaixo de seus narizes, mas são cegos demais para ver.

Dilma pode questionar impeachment no STF, diz ministro; juristas rebatem

Marco Aurélio diz que Dilma poderá questionar resultado de julgamento.
Jurista Ives Gandra Martins e ex-ministro Carlos Velloso discordam.

Do Jornal Nacional








Nas últimas semanas, ministros do Supremo Tribunal Federal têm rebatido o questionamento da legalidade do impeachment. O presidente do STF, Ricardo Lewandowski, o ministro Celso de Mello e Dias Toffoli, presidente do Tribunal Superior Eleitoral, defenderam a constitucionalidade do processo.
Nesta quarta-feira (30), o ministro Marco Aurélio Mello não discordou propriamente dos colegas do tribunal, mas afirmou que o impeachment não resolveria a crise. Ele fez questão de dizer que o impeachment será golpe, se, como alega a presidente Dilma, não houver crime de responsabilidade configurado.
“Acertada a premissa, ela tem toda a razão. Se não houver um fato jurídico que respalde o processo de impedimento, esse processo não se enquadra no figurino legal e transparece como um golpe. Agora precisamos aguardar o funcionamento das instituições, precisamos nessa hora de temperança, precisamos guardar princípios e valores e precisamos também ter uma visão prognóstica. Após o impedimento, o Brasil estará melhor? O que nós teremos após o impedimento? A situação é diversa da situação de 1992, porque nós temos dois segmentos que se mostram a essa altura antagônicos e não queremos conflitos sociais no Brasil. Nós queremos a paz social”, afirmou Marco Aurélio.
O ministro foi além: ele disse que a presidente Dilma ainda poderá questionar o resultado do julgamento do impeachment no STF mesmo se o processo passar pela Câmara e for aprovado, em seguida, pelo Senado, em sessão presidida pelo ministro Ricardo Lewandowski, que é o presidente do Supremo.
“O Judiciário é a última trincheira da cidadania e pode haver um questionamento para demonstrar que não há fato jurídico – muito embora haja político – suficiente ao impedimento. E não interessa de início ao Brasil apear esse ou aquele chefe do Executivo, seja nacional ou estadual, porque, a meu ver, isso gera até mesmo muita insegurança. O ideal seria o entendimento entre os dois poderes como preconizado pela Carta da República, pela Constituição Federal, para combater-se a crise que afeta o trabalhador, a mesa do trabalhador, que é a crise econômico-financeira”, disse Marco Aurélio.
Juristas
A declaração do ministro de que, após o julgamento do impeachment pelo Senado, o Supremo Tribunal Federal poderia reavaliar a decisão, foi rebatida por juristas.
O jurista Ives Grandra Martins disse que, apesar da grande admiração e amizade que tem pelo amigo, ministro Marco Aurélio, não concorda com ele. “Primeiro, o Supremo é que definiu o rito. O Supremo, por nove votos a dois, é que definiu o rito. Em segundo lugar, o Senado, se a Câmara admitir o impeachment, será presidido pelo presidente do Supremo Tribunal Federal. É como um constituinte dizendo o seguinte: ‘É tão relevante o impeachment que nós precisamos dos dois poderes. O Poder Judiciário e o Senado Federal para decidirem o impeachment'. Se o Senado Federal decidir com a presidência do presidente do Supremo Tribunal Federal, o Supremo vai respeitar, como respeitou no caso do impeachment do presidente Collor. E qualquer recurso qualquer um pode fazer, mas, agora, a meu ver, não terá nenhum efeito. A possibilidade de reformular uma decisão do Senado é zero, porque quem definiu esse rito foi o Supremo Tribunal Federal e quem vai presidir no Senado, se houver a admissão de impeachment na Câmara dos Deputados, será o presidente do Supremo Tribunal Federal”, afirmou Ives Gandra.
O ex-ministro do Supremo Carlos Velloso concordou com a declaração de Ives Gandra de que a palavra final é do Senado. Carlos Veloso também destacou que o julgamento no Senado é comandado pelo presidente do Supremo.
“Temos a separação dos poderes e essa é uma atividade, uma atribuição, exclusiva do Congresso, da Câmara e do Senado. E o Senado tem a palavra final porque o Senado é quem julga. O presidente do Supremo empresta àquele julgamento um ar de mais seriedade porque ele é o chefe do Poder Judiciário, é o chefe de um poder técnico, de um poder técnico-jurídico. Ele vai, então, presidir o Senado e levar ao Senado o prestigio da Suprema Corte brasileira. Como palavra final, derradeira, incontestável e irrecorrível”, afirmou Carlos Velloso
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Pe. Geovane Saraiva na Revista digital mais completa do Brasil

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